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26 de abr de 2017

Como Limpar Uma Arraia



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Arraia Como cortar, limpar e preparar sua carne.

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Arraia Marinha – Como cortar, limpar e preparar sua carne.


Como tenho privilegio de morar em Recife, antes que a cidade se transforme numa metrópole irreversível, tenho o hábito de pescar todos os finais de semana.
Pesco desde os seis anos de idade, apreendi no litoral paulista, com meu avo paterno e meu pai.
Tenho como hábito a pesca com anzóis, porém, utilizo os grandes e apenas retiro do mar peixes que alimentam minha família e de amigos.
Devo dizer que levo mais para o mar do que ele me entrega.
Mas a coisa deve funcionar assim, vou pescar com iscas variadas e orgânicas que irão contribuir com a alimentação de vários organismos marinhos.
Isso quer dizer que o oceano me retribui.
No início da semana santa levei meus dois filhos menores e mais três amigos para pescar.  As idades variavam de 11 a 13 anos, quatro meninos e uma menina.
Aventura total, mas faltava algo, cadê os peixes.
Chegamos em nosso point às 23 horas do sábado, passamos a noite pescando e fomos agraciados no final da empreitada com duas arraias, uma de aproximadamente 5 Kg e outra de 10 Kg.
Com tanta proteína animal de qualidade, alimentamos quatro famílias.
Chegamos ao ponto crucial, como limpar, tratar e saborear os presentes que recebemos do mar.


Como Cortar e Preparar a Carne das Asas
Nas arraias que pescamos, troxemos para casa as asas. Um amigo pescador ficou com as outras partes, não desprezamos nada.
O primeiro passo é retirar da pele da arraia o muco, que alguns chamam manteiga.
Retirei esfregando laranja e em seguida colocando as asas em água corrente.
Retirei a pele da arraia com uma faca bem afiada, separei a carne do couro, a arraia não é um peixe de escamas.
Carne separada, temperei os filés com laranja, sal e folhas de louro.
Levei a carne para um caldeirão grande e acrescentei cebolas, deixar em fogo brando, a carne ficou o tempo necessário para ficar cozida.
Retirei a carne cozida e reservei.
Desfiei os filés, retirando a cartilagem, a carne branca servirá para inúmeras preparações.






Como limpar peixe sapo tamboril

Passo a passo, a limpeza do peixe sapo tamboril, um dos melhores peixes da costa brasileira, mas bem pouco conhecido.

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Limpando. Ourico do mar




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como limpar e cozinhar um ouriço-do-mar

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Ouriços do mar são redondas, frutos do mar espinhoso comumente encontrada no Mediterrâneo, do Pacífico americano e as águas do norte da Europa. Ouriços do mar estão freqüentemente disponíveis comercialmente cor vermelha, verde ou preto. A parte comestível do ouriço-do-mar tem cinco pares de ovos que são sensíveis a vários métodos de cozimento, incluindo a caça furtiva e refogar. Ouriços do mar também ser comidos crus ou brevemente marinado em um líquido ácido tal como o suco de limão, para uso em ceviche.
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Corte em torno do topo do shell do ouriço-do-mar, com uma tesoura de cozinha. Adicione cortes no bordo exterior de ouriços do mar para expor a carne. Drenar o líquido (o líquido encontrado em frutos do mar) e retirar as vísceras (órgãos).
Solte o ovas de ouriço do mar deslizando suavemente uma espátula de borracha entre eles e no interior do reservatório. A casca contém cinco par de ovas, cada contido dentro de uma fina membrana. Não quebrar ovos. Remova todas as vísceras que permaneçam com pinças de cozinha. Lave os ovos em água fria para remover restos de líquido, depois escorra.
Coloque os ovos em uma placa de corte e tempere a gosto com sal kosher. Adicione uma colher de sopa de azeite de oliva para uma panela e coloque em fogo alto. Quando o óleo começa a brilhar, colocar os ovos na panela e fazer saltar de cerca de 20-30 segundos de cada lado. Não cozinhe demais – ouriço-do-mar ovas são extremamente frágeis, relativamente fina e deixe cozinhar muito rapidamente.

22 de abr de 2017

COMO SERVIR E COMER ESCARGOT

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Molusco invertebrado de corpo mole, caracterizado pela concha sólida em forma de espiral. Sua carne possui uma alta quantidade de proteínas.
Pela grande quantidade de conchas encontradas nas escavações da pré-história, chegou-se a conclusão que o escargot foi um dos primeiros animais a serem comidos pelo homem.
Os romanos eram seus grandes apreciadores e os comiam como petisco com vinho antes ou depois de uma refeição. Na Idade Média, a igreja permitia que eles fossem comidos nos dias de abstinência.
Os grandes exportadores de escargots vivos, congelados ou em conserva são a França, a Algéria, a Turquia, a China, a Indonésia e a África.
Existem várias maneiras de se preparar o escargot, porém, a mais conhecida é a "Escargots a Burgonha", preparado na manteiga com alho e ervas e levado ao forno. O tamanho ideal do molusco para consumo é entre 26 e 40 mm.

Como servir e comer o Escargot:
Servir: geralmente, o escargot é servido como o prato quente de entrada. Para uma porção, calcula-se 6 ou 12 escargots, que são servidos com ou sem casulo em um prato de cerâmica feito especialmente para o escargot. Eles são comidos com o alicate e garfo de escargot. "No próprio casulo" ele é servido no prato de escargot sobre um prato grande com um guardanapo.
Comer: com o casulo, primeiro a colher grande é colocada do lado direito sobre o prato fundo com uma inclinação de 45, depois, com o alicate de escargot na mão esquerda pega o casulo e leva-o até o prato onde está a parte côncava da colher.  Com o garfo de escargot na mão direita, ele é retirado do casulo, levado à boca e comido.

Em seguida, o molho que ficou no casulo é colocado na colher e o casulo vazio é posto de volta no prato de cerâmica; a colher é levada à boca com a mão direita e o molho é tomado acompanhado com um pedaço de pão branco.

Sem o casulo, o prato de cerâmica pré-aquecido sobre um prato grande com um guardanapo é colocado à frente do cliente.

Com o garfo na mão esquerda, o escargot é levado à boca. Logo após, com a colher pequena na mão direita, o molho que ficou no prato de cerâmica é tomado, acompanhado por um pedaço de pão.

Bebida:
Para acompanhar o escargot é servido um vinho branco seco da região Alsacia ou vinho tinto Beajoulais.

Montagem da Mesa:
1.   Garfo de escargot do lado direito para o escargot servido no próprio casulo e do lado esquerdo para o escargot servido sem o casulo;

2.   Alicate de escargot do lado esquerdo para o escargot no próprio casulo;

3.   Colher grande ao lado direito sobre o prato fundo, com uma inclinação de 45;

4.   Colher pequena para escargot servido sem o casulo ao lado direito;

5.   Prato de pão do lado esquerdo;

6.   Faca de manteiga sobre o prato de pão;

7.   Copo de vinho branco ou tinto, 1 cm acima do garfo ou da colher pequena;

8.   Cesta com pão;

9. Guardanapo sobre o prato de pão.

Um pouco de história...
Pertencente ao gênero Helix, o escargot é um molusco gastrópoda consumido desde a pré-história pois era encontrado facilmente e em abundância nas paredes úmidas das residências, que eram geralmente o interior de uma gruta.

Depois os romanos e os gregos começaram a consumí-los e foi na idade média que os franceses descobriram o que viria a ser uma marca registrada de sua cozinha. Nesta época eles eram armazenados dentro de conventos, para que houvesse bastante deles mesmo nos períodos de escassez.
Durante a revolução os escargots eram armazenados em barris e assim os marinheiros tinham sempre uma boa reserva de carne fresca. A criação mesmo dos caracóis só começou no século 20.

Como é feito:
Hoje em dia qualquer restaurante na França serve os caracoizinhos. O modo mais comum é fazê-lo ao forno, em cerâmicas apropriadas, com manteiga e salsinha, com ou sem a casca:

Onde comer:
Em Paris, o melhor que eu já comi fica num restaurantezinho delicioso no 1o. arrondissement, chamado Comptoir de La Gastronomie. Esse achado fica na Rue MontMartre, 34, Metrô Sentier. Esse misto de restaurante e empório existe desde 1894. Tem de tudo e do melhor: terrines, confits de canard, fois gras, vinhos e champagnes e... escargots! De tudo quanto é jeito, pronto pra fazer.

O que eu achei mais conveniente para enfiar no meio das roupas na mala foi uma lata com 4 dúzias, em conserva, pela quantia módica de 12 euros! No restaurante, não perca também o cassoulet, divino. Você vai gastar em média uns 20 euros por pessoa no almoço.

Na Rue Montorgueil tem até um restaurante especializado na iguaria. Essa rua ficava bem perto da rua do "nosso" apartamentinho e acho que é a rua mais deliciosa de Paris. Tem de tudo! Olha a fotinha que eu tirei do restaurante:

A receita:
Eu vou passar uma receita que fiz aqui em casa, para a querida família do meu marido (obrigada pelo super saca rolhas!!!), e que foi escoltada muito bem por duas garrafas de champagne:
Escargots ao Molho Cremoso!

1 dente de alho bem picado

Salsinha picadinha

100g de manteiga

Sal e pimenta do reino

2 cebolas roxas bem picadinhas

6 dúzias de escargot em conserva, escorridos

500g de cogumelos de Paris (champignons) frescos e cortados em lâminas

250ml de vinho branco seco

200ml de creme de leite fresco

Noz moscada

Fatias de pão

Aqueça a manteiga em uma panela, doure as cebolas e depois junte o alho. Acrescente os cogumelos e deixe cozinhar por 5 minutos, mais ou menos.

Acrescente os escargots e o vinho branco e deixe cozinhar até que o líquido evapore (uns 10 minutos). Acrescente o creme de leite, e tempere com sal, pimenta e noz moscada. Deixe o molho reduzir até ficar cremoso.

Sirva em uma travessa, salpicado com a salsinha e com muito pão! Não faça como eu que comprei só uma baguette e acabou antes do molho e... dos escargots!
Essa receita eu tirei do site do Olivier Anquier: http://www.olivieranquier.com.br/receitas/

Receita: Escargots à moda da Lombardia (Lumache alla Lombarda)

A região da Borgonha não é famosa apenas pelos seus vinhos. Uma certa iguaria presente nos mais finos restaurantes de todo o mundo, faz as honras de embaixadora da gastronomia dessa região: os escargots ou lumachi para os italianos.

Esses caracóis herbívoros de apetite voraz constituem a base de requintados pratos da culinária borgonhesa. Se bem que nos últimos anos os caracóis já não firam com o mesmo peso nos cardápios dos grandes chefes. A espécie mais utilizada é o Helix Pomatia, também conhecida como Escargot da Borgonha.

Há aluns anos esses animais fizeram história no cinema, e se não causaram enjôo, no mínimo proporcionaram algumas boas gargalhadas. Quem não se lembra da cena de Julia Roberts com Richard Gere, no filme Uma Linda Mulher?

A protagonista, durante um fino jantar de negócios, faz um dos caracóis voar longe! Tudo bem, brincadeiras a parte, muita gente se não tem preconceito quanto a experimentar esses saborosos gastrópodes, no mínimo fica preocupada quanto ao ritual para servir ou comê-los. Mas, se você tem vontade de prova-los vá em frente!

Talvez amaneira mais fácil seja saborear um delicioso prato num bom restaurante. Ou por que não, prepará-los em casa? Calma, calma, não é nada assim tão “nojento”. Embora a compra e o preparo de escargots in natura não seja lá muito prático, tampouco agradável.

Detalhes como: onde comprar, quanto tempo deixar os escargots em jejum, que alimentação é dada nesse período, como limpar, quanto tempo cozinhar etc. Entretanto, existe um caminho mais rápido.

Hoje, até mesmo bons restaurantes da França e do Brasil utilizam os escargots da Borgonha já limpos, separados das conchas e cozidos, que são vendidos em latinhas como uma conserva.

Na França, um tubo contendo duas dúzias de conchas já limpas e 125g de escargots já cozidos é vendido por €8 (algo em torno de R$21).

Sem as conchas essa mesma quantidade sai por €4,8. Agora vem a melhor parte. No Brasil semelhantes escargots da Borgonha (18 conchas + 125g de escargots) importados pela La Pastina chegam custando R$ 77! Isso mesmo, se você já achava os bichinhos indigestos, com esse preço então… é de pensar dez vezes.

Pessoalmente não sou um fã de escargots, tenho outras comidas na minha escala de preferências; mas lá de vez em quando, pode ser interessante. E, para não negar o sangue italiano selecionei uma deliciosa receita milanesa.
Receita e ingredientes para Lumache alla Lombarda (4 pessoas)
48 Escargots cozidos (duas latas);

50g de manteiga;

50 g de Acciughe (anchovas em conserva);

1 dente de alho;

1 cebola;

3 colheres de azeite de oliva;

1 ramo de salsinha;

1 colher pequena de sementes de erva-doce;

1 copo de vinho branco seco;
Sal;
Uma colher de farinha de trigo;

Pimenta-do-reino;

Noz-moscada.

Preparo:
Numa panela adicione as três colheres de azeite juntamente com um dente de alho picado; deixe-o levemente dourado (cuidado para não queimar). Em seguida acrescente a manteiga, a cebola picada, a salsinha e o acciughe dessalgado. Refogue até que o acciughe comece a desmanchar.

Acrescente aos poucos a farinha para engrossar o molho. Depois junte os escargots, em fogo baixo, e vá colocando o vinho branco. Para finalizar adicione o sal, uma pitada de noz-moscada, a pimenta-do-reino a gosto e, se preferir, um pouquinho de erva-doce.

Para servir quente, adicione os escargots as conchas e leve ao forno pré-aquecido por 6 minutos. Também fica ótimo para acompanhar o molho uma broa integral.

Vinho recomendado: branco bem encorpado ou tinto de corpo médioComo os escargots estão nos pratos tradicionais da Borgonha nada mais justo que o franceses recomendem um bom Chablis.

Eu, particularmente, provei com um tinto, e gostei. Sugiro o Domaine Drouhin Oregon Pinot Noir Willamette Valley 2004 (R$160).

Um vinho já pronto, com boa estrutura e complexidade. Ao contrário da safra 2005, esse pinot está bem delicado, com taninos muito macios. Outra excelente opção é harmonizar com um Bordeaux, como o Château Caronne Ste.

Gemme 2003 (R$100) que provamos esses dias. Equilibrado e redondo esse vinho dá um toque elegante, sem exageros de potência que venham a comprometer os sabores do prato.
www.qvinho.com.br/receitas/escargots-borgonha-lumache-lombardia

21 de abr de 2017

Receita: Rã Provençal

Receita muito saborosa e exótica, a carne de rã é rica em proteinas. Ótima dica para se fazer am casa.

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Preparo
  1. Limpe as rãs e tempere-as com sal.
  2. Passe-as na farinha antes de saltear.
  3. Na frigideira com óleo, doure as rãs uniformemente dos dois lados.
  4. Retire-as da frigideira e reserve.
  5. Salteie rapidamente o alho e faça uma deglaçage com o vinho.


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Receita de Rã à provençal

 

  • 8 coxas de rã
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 1 colher (café) de pimenta do reino
  • Sal a gosto
  • 20g de salsinha bem picadinha
  • 10 dentes de alho triturados
  • Suco de um limão médioModo de preparo
  • Primeiro derreta a manteiga numa frigideira em fogo alto.
  • Em seguida, acrescente as rãs e diminua a intensidade do fogo.
  • Quando estiverem bem douradas, misture o sal, a pimenta do reino e a salsinha.
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Como iniciar uma criação de rãs

Os iniciantes na produção de rãs não precisam investir alto. Para começar uma criação, basta um tanque para o desenvolvimento dos girinos e dez baias de crescimento em uma pequena área. A reportagem visitou o maior ranário do Estado de Goiás, com produção de cerca de uma tonelada e meia de carne de por mês.

Como iniciar uma criação de rãs

A rã não é um dos animais mais adorados para se ter em casa, então é melhor evitar fazer uma criação em bairros residenciais mesmo que se tenha espaço, o que vai ser preciso. Jamais opte por começar uma criação em apartamentos, mesmo com boa área ou um apartamento por andar, pois estes animais tendem a fugir bastante e é considerada ilegal, uma criação em área residencial, com sujeição a multa e detenção em prisão. O ideal é que seja montada uma criação de rãs em sítios ou ambientes rurais com espaço e água potável em abundância.

Estrutura para a criação de rãs

A estrutura a ser montada para a criação de rãs é mínima. É preciso apenas de água, os girinos para a criação e um tanque grande para que estas se acomodem. Alguma vegetação que se assemelhe a seu habitat natural e que se desenvolva na água é recomendada, além de água limpa e com oxigênio, pois a respiração deste animal é cutânea também. Assim, água mineral está descartada. A dica é usar água de poço ou de mina, bem presente em regiões rurais.
O local em que as rãs devem ser criadas, também chamado de ranário, deve ser um tanque com compartimentos em formato retangular, com laterais em cimento ou placas pré-moldadas de argamassa. Jamais use azulejo, pois é mais caro e jamais pode ser criada na lateral uma vegetação que lembre o habitat das rãs e onde elas se sintam mais confortáveis. É ideal ainda que se tenha um pequeno declive no fundo do tanque, para que sejam ali depositados os girinos para crescimento em período de reprodução. A profundidade não deve variar em mais de 40 centímetros. Esse modelo é chamado de tanque ilha e é o mais usado hoje em dia.
É preciso informar que o tanque só será usado pelas rãs mais novas, pois este animal possui duas fases: a aquática e a terrestre. Depois de seus dois meses de vida, as rãs devem ser transportadas para uma área seca próximo a água, como um terreno à beira de um lago, onde elas vão se alimentar e assim crescer fortes para o abate e posterior venda.
Toda essa área para montagem de estrutura deve medir, em média, 800 metros quadrados, o que exige um ambiente grande. Também precisa ser iluminado, mas não diretamente pelo sol, o que causa a morte das rãs quando expostas por longo período, pois elas possuem a respiração cutânea. Uma dica é construir um tanque com baias que permita às rãs desfrutarem ao mesmo tempo da água e da parte seca, aguardando o período ideal para o abate e venda. Este modelo de estrutura poupa espaço, é mais barato e pode ser usado tanto para criação de rãs de grande porte como de pequeno porte.

Alimentação das rãs em criadouro

Em ambiente natural, as rãs se alimentariam de insetos, mas para criação o ideal é que seja administrada uma ração balanceada ao menos quatro vezes ao dia. Enquanto ainda são girinos, a dosagem é menor, mas sempre quatro vezes ao dia, para que cresçam e se tornem rãs saudáveis para o abate. As rãs também podem ser alimentadas com larvas de dípteros (moscas), mas vivas e não mortas, pois as rãs são caçadoras e dão sempre preferência ao que ainda tem vida. Tanto ração como larvas devem ser jogadas próximas para que ela busque sozinha e assim se exercite, o que a fará comer mais.

Raça para criação de rãs

Antes de começar a criação de rãs, as matrizes devem ser compradas sempre com a ajuda de um zootécnico para avaliar se estão em boas condições para reprodução. A rã mais usada para a reprodução em criadouro é a rã-touro, cujo nome cientifico é Rana catesbeiana. Ela se reproduz mais vezes, se adapta mais adaptáveis ao ambiente de criadouro e possui grande aumento de peso.

Reprodução das rãs

Com temperatura ideal, sempre quente ou natural, as rãs se reproduzem em media quatro vezes ao ano e sempre com uma grande quantidade de ovos. O ideal é que eles sejam separados e colocados em outro tanque para acompanhamento e, quando os girinos nascerem, alimentados adequadamente.
Após os ovos serem colocados no fundo do tanque, os girinos irão aparecer em torno de vinte dias depois. É normal que 30% dos ovos não se desenvolvam, mas o percentual tende a melhorar com o tempo e com a adaptação do animal ao habitat. Lembre-se de separar os animais mais novos dos mais velhos e saiba escolher os melhores reprodutores para continuar a produção, que geralmente são as rãs que colocam mais ovos e são mais gordas.
Deve-se respeitar o período mínimo de quatro meses até a transformação completa do girino em rã antes de começar o abate para venda. Espere que eles alcancem a forma adulta completa, porque alcançam maior peso, são mais propícios para alimentação e estão com melhor sabor.
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Criação de rãs exige baixo investimento e dá retorno rápido


Canal Rural - Leia mais no link http://www.canalrural.com.br/noticias/jornal-da-pecuaria/criacao-ras-exige-baixo-investimento-retorno-rapido-52077 ou compartilhe este conteúdo através das ferramentas oferecidas na página. Os textos, fotos, vídeos e demais conteúdos do Canal Rural estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral, e não podem ser reproduzidos sem autorização prévia. Caso queira replicar algum conteúdo do Canal Rural, por favor, utilize o link original ou entre em contato (canalrural@canalrural.com.br). Siga-nos: https://www.facebook.com/canalrural, https://twitter.com/canalrural, https://instagram.com/canalrural

Criação de rãs exige baixo investimento e dá retorno rápido


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rã que se come e é exportada?

As rãs possuem importância econômica por possuírem carne muito apreciada pelo homem, além de serem historicamente empregadas nas pesquisas biológicas, farmacêuticas e medicinais como cobaias.
Diferente dos sapos, que pertencem a família dos Bufonidae, as rãs comestíveis são aquelas espécies que possuem peso acima de 50 gramas quando adultas. No Brasil, existem várias espécies de rãs de grande porte, que pertencem a família Leptodactylidae (rã-manteiga, rã-pimenta, gia, etc.). No Peru existe a famosa rã do lago Titicaca, que pertence a família Pipidae. A maior rã do mundo Rana Goliath vive exclusivamente nas florestas da Mauritânia (África), pertence a família Ranidae.

As espécies da família Ranidae (inclusive a rã-touro), se diferenciam das espécies da família Leptodactylidae (dedos terminados em ponta) por possuírem membranas natatórias entre os dedos, (tipo pé-de-pato). A Rana catesbeiana é originária da América do Norte, mas foi introduzida no Brasil por empreendedores que viram nesta espécie grandes potencialidades comerciais pelas qualidades nutricionais e sabor delicado de sua carne.
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rãs comestíveis


As rãs verdadeiras são as da família Ranidae, das quais só existe uma, no Brasil, a Rana palmipes, conhecida no Norte como jia, sendo muito parecida com a Rana viridis, a rã esculenta, a rã verde da Europa.
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São, também, chamadas de rãs, os representantes da família Leptodactylidae, entre as quais temos, em nosso país, as conhecidas rãs-pimenta: Leptodactylus pentadactylus, L. flavopictus e L. labyrinticus, a maior rã brasileira, atingindo 500g e havendo citação de um macho que atingiu 850g.

Além das já mencionadas, temos, também, as conhecidas rãs comuns e as paulistinhas: Leptodactylus ocellatus e L. macrosternum, cujas desovas vão de 3.000 a 4.000 ovos, com a média de 1.500. Temos, ainda, no Brasil, outras espécies de rãs comestíveis, mas de menor expressão, embora saborosas.

Existem mais de 45 gêneros e 560 espécies de rãs espalhadas por todo o mundo, sendo que uma delas habita as regiões geladas do polo.

A maior rã do mundo é a golias (Rana goliath) com 40cm de comprimento, da cabeça à região caudal. Atinge 7kg e vive na República dos Camarões, na África. Vem, pelo tamanho e em segundo lugar, a rã touro (Rana catesbeiana Shaw), com até 1,750g como já verificamos, no Brasil. A rã gigante chilena (Galyptocephallela grayi), que atinge 900g, é a única rã comestível que possui protuberâncias verrucosas no lombo, pois todas as outras o têm liso. A menor, é uma rã existente
em Cuba.

As européias são a Rana temporaria (rã russa ou vermelha), muito difundida na Europa e na Ásia e a Rana viridis ou rã verde, conhecida por esculenta, atingindo 20cm e pronta para o mercado, com 3 anos de idade. Temos, ainda, além de outras rãs comestíveis, as Rana pipiens (rã leopardo) que é a mais comum, a R. postulosa, a R. tarahuanare, vivendo a 3.000m de altitude, etc.

A criação de espécies nacionais, embora sejam elas de grande resistência, já adaptadas ao nosso ambiente e algumas bem pesadas como a rã-pimenta, não deu os resultados esperados. Por isso, no Brasil, o mais apropriado e indicado, é que se crie, por seu alto rendimento, prolificidade, precocidade e adaptação ao cativeiro, a Rana catesbeiana Shaw, originária dos Estados Unidos, conhecida em seu país por Bull-frog (rã touro) e, no Brasil, por rã touro ou touro-gigante.
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como limpar uma rã da forma correta

como limpar uma rã da forma correta

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29 de jan de 2017

boazinhas o tempo todoNão. É só prestar atenção

fonte
Ninguém é necessariamente bonzinho o tempo todo, a realidade é esta. Não somos perfeitos, logo, onde há bondade demais sem nenhuma reclamação, devemos manter os dois pezinhos lá atrás. Sim. Os dois. Eu costumo acreditar naquela história do “se eu passar e minha sombra estiver torta na parede, eu volto e passo outra vez”.
Dai você diz: Ah, mas peraí, também não podemos viver desconfiando de tudo e de todos, né?
Ei, olhe em sua volta, é o mundo! Junte-se!
Você é perfeito? Existe alguém perfeito? Não. É só prestar atenção. É só ativar o seu desconfiômetro. Todo mundo tem seu momento de fúria. Todo mundo um dia explode. Se nunca explodiu, explodirá. Acredite. Por mais calmo que seja. O “concordar” com tudo o tempo todo é bondade demais para um ser humano, mesmo se este for o “Papa”, afinal até ele discorda e tem opinião PRÓPRIA.
Pessoas que se mostram boazinhas o tempo todo e vivem fazendo propaganda disso, normalmente são dignas de uma boa observação. Sabe quando a pessoa é efusiva demais? Muitos abraços, muitos sorrisos…Fazem-se de bobos para se dar bem com os outros e NUNCA agradecem OLHO NO OLHO.
A propaganda que vendem é a de que possuem um ótimo coração e são as melhores pessoas deste mundo. Ah, e sempre concordam com tudo. Em absoluto.
A realidade é uma só. Ninguém faz nada de graça pra ninguém.
Alguma vantagem o “bonzinho demais” quer. Ou esta bondade toda tem haver em querer agradar a família para conquistar o marido, ou na pior das hipóteses para puxar o tapete alheio.
Sorte daqueles que possuem amigos “rebeldes”. Rebeldes de se “rebelar” mesmo. Daqueles que falam tudo o que pensam na hora, discutem, tem opinião formada e nunca escolhem o verde porque você gosta de verde. Amigo não é aquele que passa a mão na sua cabeça o tempo todo e sim aquele que briga, discute e te empurra pra frente a base do tapa, se descobrir que só assim você vai conseguir entender. Não quero semear a discórdia, mas comece a reparar naquele seu pseudo-colega que vive puxando seu saco, fazendo todas as suas vontades sem você pedir, que concorda até em ir para o Alasca contigo nas férias de verão, que está sempre pregando a teoria do “meu coração é enorme e eu tô aqui só pra agradar a tudo e a todos”. Sério. Alguma coisa este povo quer. E você só vai descobrir de duas formas: Ou no dia que esta pessoa conseguir o que queria (e daí você não vai servir mais pra nada) ou quando conseguir puxar seu tapete.
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1 de fev de 2016

Remédio caseiro para carrapatos e pulgas

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Remédio caseiro para carrapatos e pulgas

Nada como um bom e velho Remédio caseiro para elimina carrapatos e pulgas no cachorro, gato entre outros animais, selecionei uma serie de remédios caseiros que testei e deu certo por isso estou disponibilizando aqui para você leitor.

 Primeiro remédio caseiro para carrapatos e pulgas
2 colheres de sopa de vinagre branco (o + barato); 1 colher de sopa de álcool; 1 litro de água

Remédio caseiro para carrapatos e pulgasDar banho normalmente no cão e enxaguá-lo. Passar esta mistura no corpo todo do animal, mergulhar as patas na mistura.

Limpar a casa normalmente e depois passar um pano com esta mistura, especialmente nos cantos e no quintal e deixe secar.

Segundo remédio caseiro para pulgas e carrapatos
1 litro de álcool (compre álcool de cereais - é melhor do que o de supermercado)
30g de cânfora (compra nas farmácias)
1 pacotinho de cravo da índia  (100g)
1 copo de vinagre branco
Obs: Algumas pessoas chamam essa receita de Front line caseiro, deve ser pela sua eficiência.

Modo de fazer: Misture tudo e deixe em infusão até dissolver a cânfora. Misture todos os ingredientes, coloque num borrifador de plantinhas.

Use bastante nos pelos dos cães e gatos, na casa depois de varrer, nas casinhas deles.
Carrapatos aparecem ás vezes, pois o vento traz, mas morrem na hora!

Antes do banho deve borrifar esta solução nele e enrrola-lo em uma toalha. As pulgas saem mortas e os carrapatos quase morrendo! Depois é só dar o banho normalmente e secar.

Muito cuidado com os olhos, focinho e boca do cãozinho.

Terceiro remédio caseiro
Preparo - apanhar folhas e talos do capim limão, esmagar até obter caldo esverdeado, acrescentar 100 ml de álcool para fixar as propriedades ativas.  Deixar descansar por 24 horas, acrescentar 1 litro de água + 2 colheres de sal, mexer e depois pulverizar sobre o carrapato. No dia seguinte os carrapatos começarão a secar e haverá queda dos mesmos. O efeito residual é longo.

Quarto remédio caseiro só que esse é para o ambiente:

Meio balde de de água

1 copo de vinagre de álcool

1 copo de cloro

½ copo de sal

18 de ago de 2014

Black coffee Marfim(Café de esterco de Elefante)

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Black coffee Marfim(Café de esterco de Elefante)


O café chamado Black Ivory tornou-se um dos caféz mais caras do mundo. Essa bebida tem ligeiro toque de terra com esterco de elefante.
è isto mesmo pessoal, esterco de elefante.
O empresario canadense Blake Dinkin,que desenvolveu o método de refino do café mais caro do mundo.
O grão de café é digerido e expelido por um elefantes tailandeses, antes de ser moído e colocado na xícara, que custa cerca de R$ 100.

O café Black Ivory (marfim negro), o mais caro do mundo: cerca de R$ 2.200 por quilo, está disponivel apenas em hotéis de luxo na Tailândia, Maldivas e Abu Dhab

Imagina você tomar um café que foi tirado do esterco do elefante, e ainda pagar este preço.
Por isto eu falo, tem gosto para tudo né.

Quem for apreciador de Café não pode deixar de experimentar.

Um grande abraço e até a próxima.



Receita do Cockscomb Italiano ( Crista de Galo)

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Receita do Cockscomb Italiano ( Crista de Galo)

Quem disse que a Europa não tem alimentos estranhos...rsrs
O Cockscomb nada mais é e a crista do galo
Aquela parte carnuda da crista do Galo eles fazem petisco.

Abaixo segue a receita para quem quiser experimentar .

É uma receita bastante antiga, do sec. XV/XVI, Italia .
Como devem imaginar para que seja o mais fiel requer algum ritual não habitual nos nossos tempos. Esta receita é para 4 pessoas.
Arranjar 40 galos de grandes dimensões, com idade superior a doze anos de idade e no momento de cortar a cristas a sua cabeça terá que distar do chão cerca de 60 cm. Depois de cortar, remover a pele exterir e espremer. Lavar em agua corrente.
Depois de arranjadas colocar num alguidar as cristas e juntar 48 sementes de coentros e sumo de 2 limões. Depois de estar um pouco nesta marinada, levar ao lume de lenha com agua para ferver. Estará pronto quando as cristas estiverem cozidas. As cristas ficam brancas. Passar por pão ralado.

Acompanhamento:  Recortar cenoura e beterraba crua com forma de crista de galo.


Forma de servir: Dispor numa travessa intercalando as cristas de galo e as “cristas” de cenoura e beterraba. Fica muito colorida.


Esta receita foi retirada do Livro Notas de Cozinha de Leonardo da Vinci. Já agora por curiosidade a cozinha era a sua grande paixão e a pintura o seu passatempo.


Até a próxima galera

Fugu Japonês

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O Fugu Japonês e o perigo de seu Sashimi

O fugu é o único alimento que não pode ser servido ao imperador japonês
O fugu é venenoso. E, sim, muita gente paga uma fortuna para comer a iguaria que pode matar em minutos caso não seja preparada adequadamente. O motivo? Vai saber. Acho que o gostinho de saber que você pode morrer a cada refeição deixa o prato muito apreciado por muitos que gostam de uma aventura.
A perspectiva de morrer a qualquer momento, em segundos, produz uma reação química que realça o sabor do fugu”.
O governo japonês calcula que cerca de 20 mortes por ano são causadas pelo envenenamento por fugu. Por isso, o peixe só pode ser preparado por mestres especializados treinados no Japão em um curso de três anos. Neste curso, o especialista aprende a retirar o veneno concentrado nas gônadas, no fígado e na pele do peixe sem que a carne seja contaminada. O fugu contém o veneno tetrodotoxina (TTX), que é dez vezes mais letal que o cianeto e que age como bloqueador do canal de sódio. O veneno mata a vítima por asfixia provocada pela paralisação paulatina dos músculos do corpo (pés, mãos, cérebro, pulmões e coração). Não existe antídoto para o veneno.
Uma refeição completa de fugu custa muito caro. Em alguns restaurantes americanos onde a iguaria é servida, o prato chega a custar mais de US$ 350. No Japão, chega a 20 mil ienes (cerca de R$ 350 reais). Por ser tão cara, a carne do fugu é cortada em fatias finíssimas para aproveitar o máximo – as fatias são tão finas, que é possível enxergar o fundo do prato através da carne. O fugu pode ser comido cru, como sashimi (fugu sashi), arrumado no prato em forma de crisântemo, frito e servido no saquê quente (hire-zake) ou cozido no vapor com legumes (fugu shiri). Quem provou e viveu para contar diz que o sabor da carne de fugu nem é tão bom assim, além de a carne ser um tanto rija.
Quer arriscar?
No Brasil há um restaurante onde se pode comer esta iguaria.

Receita da Shiokara - Iguaria Japonesa

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Receita da Shiokara - Iguaria Japonesa

Shiokara é feito de sal lula semi-fermentado em suas próprias entranhas e é uma espécie deChinmi, literalmente "gosto raro. Japonês como shiokara com arroz ou com saquê. Shiokara é um gosto que você pode querer perder quando você visitar o Japão.
Fazendo shiokara
Shiokara, como outros Chinmi no Japão é muito popular entre os bebedores , Miwa, um devoto amashiokara sal no arroz. Para fazer ika-no-shiokara, você só precisa de uma lula fresca (ika) e sal(Shio). A quantidade de sal pode variar dependendo do seu gosto. Aqui estão os principais passos que são necessários.
1.  Limpe a salvar o kimo 'fígado' (glândula digestiva) dos internos squid.
2.  Remover "pele" e corpo de lula fatia (e as pernas se desejar).
3.  Polvilhe com sal e deixe durante a noite.

 È como deixar uma carna na salmoura.
4. Passe coragem através de peneira.
Aqui nesta etapa você vai espremendo a Lula na peneira, até formar um liquido grosso e víscoso.
5. Adicionar lula cortada para tripas salgadas pressionado e deixe durante a noite. Se estiver disponível, adicione fatias finas kombu (alga seca) também.
Com uma toalha tire o sal, e depois adicione na pasta de Lula.
6. Adicionar tiras de Bombu e uma pequena quantidade de saquê mirin e para a fragrância. Deixe fermentar por mais alguns dias
Depois de uns 3 dias de fermentação temos o resultado desta receira
Muitos dos mais tradicionais Japoneses, não gosta desta receita pelo gosto.
Mais para quem quer arriscar a comer algo diferente e exótico, este prato é uma boa pedida.
Um grande abraço e até a próxima

19 de jun de 2012

Como limpar xixi de um tapete ou do carpete

Como limpar xixi de um tapete ou do carpete

 Retirar o excesso de xixi com papel absorvente, ponha um pouco de vinagre branco. Ponha maisena em cima da mancha e espere secar por 3 ou 4 horas. Retire com aspirador de pó.

3 de jan de 2012

gato, cachorro

mandamentos: Felinos e Caninos

Os 10 Gatamentos
1. Eu sou o senhor da tua casa.
2. Não terás tido nenhum outro animal antes de mim.
3. Nunca me ignorarás.
4. Eu ignorar-te-ei sempre que quiser.
5. Serás agradecido sempre que eu te der um descanso durante o dia.
6. Lembrar-te-às do meu prato de comida e mantê-lo-ás sempre cheio.
7. Gastarás parte do teu dinheiro em brinquedos e prendas para mim.
8. Terás sempre o teu colo pronto para que eu me aconchegue.
9. Terás de me rodear com carinho e atenção sempre ao meu comando.
10. E acima de tudo, farás tudo o que for preciso para me manteres satisfeito.
Não sou dono de cachorro mais me adiantei e criei os 10 cachorramentos . É muito fácil:

1º Amarei o meu dono sobre todas as coisas;

2º Atenderei pelo meu nome, mesmo quando for eu chamado em vão;

3º Estarei disposto a passeios nos domingos e dias em que o meu dono quiser;
4º Honrarei o meu dono balançando o rabo, babando e gemendo suplicando servi-lo;

5º Estarei disposto a matar pera defender o meu dono, mesmo que seja a mãe dele, que eu nunca tinha visto antes;

6º Cheirarei o fiofó de outros cachorros, pois isso não é contra a castidade;

7° Permitirei que o meu dono roube, mas impedirei que seja roubado;

8º Aceitarei que chamem um humano mau caráter de cachorro, porque isto não é um falso testemunho;

9° Não permitirei que o meu dono seja desejado por outro além de mim;

10° Não cobiçarei a liberdade dos felinos, porque reconheço que eles são seres superiores.

24 de set de 2011

LEITE PARA CÃEZINHOS RECÉM-NASCIDOS

LEITE PARA CÃEZINHOS RECÉM-NASCIDOS

01 copo de 250 ml de leite integral
1/2 copo de água filtrada misturada com 01 colher de sobremesa de Maizena (levar ao fogo, deixando cozinhar uns minutinhos após a fervura)
01 folha de gelatina branca sem sabor
01 colher de sobremesa de creme de leite de lata
01 colher de sobremesa de mel
01 gema de ovo crua (esperar a água de Maizena amornar para misturar a gema, para que ela não cozinhe)
05 ml de complexo vitamínico (Clusivol)

Bater tudo no liquidificador e guardar em geladeira por até 24 horas
Amornar ao dar para os filhotes.


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