,

Pesquisa personalizada
User-agent: Mediapartners-Google* Disallow:
Mostrando postagens com marcador peixes e aves. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador peixes e aves. Mostrar todas as postagens

26 de abr de 2017

Como Limpar Uma Arraia



-->

$00.00
Descriptions…

Arraia Como cortar, limpar e preparar sua carne.

-->

Arraia Marinha – Como cortar, limpar e preparar sua carne.


Como tenho privilegio de morar em Recife, antes que a cidade se transforme numa metrópole irreversível, tenho o hábito de pescar todos os finais de semana.
Pesco desde os seis anos de idade, apreendi no litoral paulista, com meu avo paterno e meu pai.
Tenho como hábito a pesca com anzóis, porém, utilizo os grandes e apenas retiro do mar peixes que alimentam minha família e de amigos.
Devo dizer que levo mais para o mar do que ele me entrega.
Mas a coisa deve funcionar assim, vou pescar com iscas variadas e orgânicas que irão contribuir com a alimentação de vários organismos marinhos.
Isso quer dizer que o oceano me retribui.
No início da semana santa levei meus dois filhos menores e mais três amigos para pescar.  As idades variavam de 11 a 13 anos, quatro meninos e uma menina.
Aventura total, mas faltava algo, cadê os peixes.
Chegamos em nosso point às 23 horas do sábado, passamos a noite pescando e fomos agraciados no final da empreitada com duas arraias, uma de aproximadamente 5 Kg e outra de 10 Kg.
Com tanta proteína animal de qualidade, alimentamos quatro famílias.
Chegamos ao ponto crucial, como limpar, tratar e saborear os presentes que recebemos do mar.


Como Cortar e Preparar a Carne das Asas
Nas arraias que pescamos, troxemos para casa as asas. Um amigo pescador ficou com as outras partes, não desprezamos nada.
O primeiro passo é retirar da pele da arraia o muco, que alguns chamam manteiga.
Retirei esfregando laranja e em seguida colocando as asas em água corrente.
Retirei a pele da arraia com uma faca bem afiada, separei a carne do couro, a arraia não é um peixe de escamas.
Carne separada, temperei os filés com laranja, sal e folhas de louro.
Levei a carne para um caldeirão grande e acrescentei cebolas, deixar em fogo brando, a carne ficou o tempo necessário para ficar cozida.
Retirei a carne cozida e reservei.
Desfiei os filés, retirando a cartilagem, a carne branca servirá para inúmeras preparações.






Como limpar peixe sapo tamboril

Passo a passo, a limpeza do peixe sapo tamboril, um dos melhores peixes da costa brasileira, mas bem pouco conhecido.

-->

$00.00
Descriptions…

Limpando. Ourico do mar




-->

$00.00
Descriptions…

como limpar e cozinhar um ouriço-do-mar

-->
Ouriços do mar são redondas, frutos do mar espinhoso comumente encontrada no Mediterrâneo, do Pacífico americano e as águas do norte da Europa. Ouriços do mar estão freqüentemente disponíveis comercialmente cor vermelha, verde ou preto. A parte comestível do ouriço-do-mar tem cinco pares de ovos que são sensíveis a vários métodos de cozimento, incluindo a caça furtiva e refogar. Ouriços do mar também ser comidos crus ou brevemente marinado em um líquido ácido tal como o suco de limão, para uso em ceviche.
Resultado de imagem para como limpar um ouriço do mar
Corte em torno do topo do shell do ouriço-do-mar, com uma tesoura de cozinha. Adicione cortes no bordo exterior de ouriços do mar para expor a carne. Drenar o líquido (o líquido encontrado em frutos do mar) e retirar as vísceras (órgãos).
Solte o ovas de ouriço do mar deslizando suavemente uma espátula de borracha entre eles e no interior do reservatório. A casca contém cinco par de ovas, cada contido dentro de uma fina membrana. Não quebrar ovos. Remova todas as vísceras que permaneçam com pinças de cozinha. Lave os ovos em água fria para remover restos de líquido, depois escorra.
Coloque os ovos em uma placa de corte e tempere a gosto com sal kosher. Adicione uma colher de sopa de azeite de oliva para uma panela e coloque em fogo alto. Quando o óleo começa a brilhar, colocar os ovos na panela e fazer saltar de cerca de 20-30 segundos de cada lado. Não cozinhe demais – ouriço-do-mar ovas são extremamente frágeis, relativamente fina e deixe cozinhar muito rapidamente.

22 de abr de 2017

caviar um das coisas mais valorizadas do planeta.

-->
O caviar é um dos ingredientes mais valorizados, emblemáticos e luxuosos que nós temos no mundo, e o fato dele ser tão caro, desperta ainda mais a atenção e a curiosidade das pessoas em degusta-lo. Produto de águas geladas do hemisfério norte, o caviar parece algo muito supervalorizado por se tratar apenas de ovas de peixe, mas ao compreender como é feito para obtê-las, é possível entender o fato de ser um ingrediente extremamente caro, e que poucos possuem acesso.
Ovas de peixes não fecundadas e salgadas, basicamente essa é a definição para o caviar, um das coisas mais valorizadas do planeta. As ovas do caviar original provem do Esturjão, um peixe lendário, que surgiu na época dos dinossauros, entre 50-200 milhões de anos atrás. São 24 espécies de esturjão existentes, porem de apenas quatro espécies se pode consumir as ovas. É do esturjão beluga o melhor e mais caro caviar.
Os Russos e os Persas foram os primeiros a comercializarem caviar no mundo, em tempos em que na maioria dos países, ou o consumo não era cultura ou nem mesmo permitido.  A produção de caviar que antes era selvagem, com o tempo desapareceu por causa da pesca predatória, a poluição, e a proibição da união europeia da pesca do esturjão. A Rússia que sempre foi a maior produtora de caviar do mundo, e já chegou a englobar 90% da produção mundial, vê a França ganhando muito espaço nos últimos anos, com a produção de caviar em fazenda.
Diferentes tipos de caviar
Diferentes tipos de caviar
A criação do esturjão é muito complexa, uma vez que para a extração do caviar, o peixe além de ter que ser fêmea precisa estar velho, dificultando ainda mais o processo. Só é possível saber o sexo depois de três anos, e logo após a identificação, os machos são descartados, mantendo apenas as fêmeas. Desde o momento inicial, são sete anos até o peixe poder produzir o caviar, isso quando criado em fazenda, tendo em vista que no oceano o tempo é muito maior.
Durante todo o desenvolvimento do peixe, absolutamente tudo é controlado, desde a temperatura da água, até o próprio caviar. Depois de sete anos, cerca de 1 kg de caviar é retirado, proporção que em média é sempre 10% do peso. Se ao final desse período a quantidade de caviar ainda não está adequada, mais dois anos são esperados, até fazer uma nova avaliação. Esse controle das ovas do peixe é feito com uma câmera especial, que funciona como uma ultrassonografia.
O controle da temperatura da água é essencial para a qualidade do caviar, e o tempo de frio também. Quanto mais fria a água melhor, pois deixam as ovas com uma textura mais firme. A ração e os períodos de alimentação também são diariamente controlados, pois influenciarão no resultado final.
Criação de esturjão em Bordeaux na França
Criação de esturjão em Bordeaux na França
Após todo esse longo processo, ocorre à coleta das ovas, geralmente entre setembro e março, época de clima mais frio. Uma vez feita à coleta, as ovas passam por uma peneira mais larga, que irá separa-las da membrana, e em seguida enxaguadas em água. O caviar é um produto da natureza, e por isso nunca será padronizado, com as mesmas texturas, cores e sabores. É feita uma classificação das ovas, levando-se em consideração esses três elementos, e por ultimo elas são salgadas. Como fase final, o caviar é colocado em embalagens diferenciando os tipos existentes, e são mantidos na refrigeração, em um processo de “envelhecimento” que pode durar até 8 meses.
O ciclo de produção do caviar é um dos mais complexos existentes, o que justifica a valorização dada ao produto. O seu sabor é de fato interessante, e entre os tipos diferentes existentes, é possível sentir a textura mais cremosa de um, o sabor mais forte do outro, e etc. São vários os riscos assumidos ao criar o esturjão, o primeiro logo ao descobrir o sexo do peixe, que precisa necessariamente ser o feminino, e depois qualquer problema que ocasione a morte, tendo em vista que são no mínimo sete anos para extrair o caviar.
Para consumo do caviar, usa-se colher de plástico ou porcelana, pois metal e alumínio oxidam rapidamente, influenciando no sabor. O preço da grama do caviar pode variar, mais 1 kg chega a 1000 euros, ou seja, mais de 3 mil reais.

Caviar: ovas de peixe (esturjão)

-->

Caviar: ovas de peixe (esturjão)
O caviar é um dos mais luxuosos e emblemáticos produtos do mundo, desejo constante de diversas pessoas interessadas em experimentar. Esse importante ingrediente se trata de ovas de peixe não fecundadas e salgadas, sendo as originais provenientes do esturjão, um peixe lendário que surgiu entre 50 e 200 milhões de anos. Os primeiros a comercializarem caviar no mundo foram os russos e persas, numa época que a produção do caviar ainda era selvagem, mas com o passar do tempo e alguns fatores como a poluição, a pesca predatória e a proibição da pesca do esturjão, hoje o domínio da produção é das fazendas de caviar.
A extração do caviar é complexa por só poder ser feita em peixes fêmeas, demorar cerca de 7 anos até finalizar a produção total do caviar, sendo essencial o controle da temperatura da água que deve permanecer fria, e dos vários períodos de alimentação durante o dia. Cada peixe só fornece caviar uma vez, pois ele é morto quando sofre a extração das ovas. Por ser um produto da natureza, jamais o caviar será padronizado, e por isso eles são classificados de acordo com a cor, o sabor e a textura. O seu preço? Pode chegar a mil euros o kg.

Black caviar background

Foie gras todos os tipos, sabores, cores, aromas e texturas

-->

Foie gras, uma iguaria francesa tão saborosa quanto polêmica

No mundo existem ingredientes de todos os tipos, sabores, cores, aromas e texturas, e é isso que torna a gastronomia algo fantástico. Existem ingredientes naturais, e existem também os que são produtos de uma influência humana.  O Foie gras está entre as principais iguarias francesas, considerado por muitos um símbolo do país, e que é tão polêmico quanto saboroso.
De textura incrível e sabor único, o foie gras que significa “fígado gordo”, é nada menos do que o fígado do pato sob um efeito de intensa alimentação dos animais, que fará um fígado muito maior e mais saboroso. Não há como falar de foie gras sem citar logo de início o seu processo de obtenção, que é essencial para um produto de qualidade e dentro dos padrões franceses. A prática de produção do foie gras começou a pelo menos cinco mil anos no Egito antigo, e ganhou toda a Europa com a expansão do império romano.
Gansos e patos ao migrarem, passam por uma engorda natural durante o inverno, armazenando gordura. Ou seja, isso é um processo natural que foi descoberto pelos egípcios, e que depois passou a ser feito manualmente, podendo assim ter foie gras o ano todo. Apesar de ser um produto descoberto pelos povos egípcios, foi à França a grande propulsora do foie gras, e hoje engloba 80% da produção do mundo. Nesses tempos antigos, os animais eram alimentados por diversos cereais e tipos de figo, mas a partir do século XVI, os navegadores europeus trouxeram o milho das Américas, e com o tempo se tornou alimento de engorda para os patos.
Foie Gras
Foie Gras – Credit Photo: Le Poutic on Flickr
O que faz o fígado do pato se tornar um produto tão especial, é o processo de engorda sob regras estipuladas e rigorosas que os animais passam. Eles são criados inicialmente livres, e partir de uma determinada idade, passam a ficar confinados, se locomovendo pouco, e recebem pelo processo de engorda de 6 a 12 vezes mais comida que o normal. Essa técnica se chama “gavage”, onde os patos são alimentados através de um tubo que é introduzido diretamente no seu esôfago.
A comida em excesso dada aos animais é transformada em gordura, e grande parte é depositada no fígado. Esse acúmulo de gordura considerável é justamente por engordarem rapidamente em um curto período de tempo. O resultado disso é um fígado de pato 10 vezes maior que o normal, tendo em vista que pode pesar até 700g, e por esse motivo, que o confinamento e a rotina de super alimentação é imprescindível para a produção do foie gras.
Apesar de ser um produto muito interessante e popular, é também dono de uma polêmica forma de produção, que é a alimentação forçada dos animais. Nos últimos anos, o foie gras vem sofrendo duras criticas e proibições em diversos países do mundo. Para tentar diminuir essa desaprovação, algumas pesquisas mostraram nos últimos anos que a engorda feito dentro dos padrões indicados, não faz mal ao animal, por não ter sido encontrado hormônios de estresse.
Foie Gras do Eleven Madison Park NY
Foie Gras do Eleven Madison Park NY
Podemos dizer que o foie gras, um dos símbolos da gastronomia francesa, está em risco em vários lugares do mundo.  Países como Argentina, Alemanha, Noruega, Reino Unido, Califórnia e outros já possuem a proibição para o método de alimentação forçada dos animais, o que implica em uma briga com chefs de cozinha que em sua maioria adoram a iguaria. Na França, países que é maior produtor, a produção de foie gras de pato é muito maior que a de ganso, mesmo o último sendo geralmente maior.
Deixando a polêmica de lado, o foi gras se destaca pela incrível textura, sabor marcante, e a versatilidade. Pode ser preparado de diversas maneiras, servido como entrada, consumido quente ou frio, ou até mesmo como patê. Combina muito bem com carnes, e principalmente com um bom vinho.
Classificação do foie gras segundo a lei francesa:
– Foie gras entier: feito de fígados inteiros ou um grande
– Foie gras: feito com pedaços de fígados diferentes
– Bloc de foie gras: em forma de creme
– Bloc de foie gras avec morceaux: pedaços de fígado prensados e processados juntos
– Pâté de foie gras: segundo a lei, deve conter pelo menos 50% de fígado
– Parfait de foie gras: deve conter obrigatoriamente pelo menos 75% de fígado
A qualidade do foie gras vai depender se seu modo de produção foi bem feito. Um bom fígado gordo de pato tem entre 400 e 700g, possui uma colocação amarelada uniforme e sem manchas escuras, e sua textura deve ser parecida com a de uma manteiga.  O IGP (indicação geográfica protegida) é um selo que garante a qualidade do produto, certificando que os patos foram bem criados, e que passaram pelo processo de engorda no sudoeste francês, respeitando regras estipuladas e rigorosas.
Esse é o foie gras, patrimônio cultural e gastronômico protegido na França, absolutamente delicioso e saboroso, que ao mesmo tempo em que possui uma série de amantes, possui uma imensidão de críticos. Junto com as trufas brancas, é um dos ingredientes mais caros do mundo, justificado pela produção que demanda muito trabalho.
Fontes: France.fr, Folha de São Paulo, Livro Culinária Frances, da Editora H.F. Ullmann.

Foie gras: fígado de pato

-->
Foie gras: fígado de pato
 Nada doce, o preço chega a US$ 13 mil. Foie Gras. Odiado pelos ativistas da causa animal, o fígado gordo de pato ou de ganso (este último considerado o mais caro) só é possível porque os animais são alimentados à força, levando o órgão a funcionar no limite.

O foie gras é um símbolo francês, e que ganhou com o passar do tempo o mundo e um status de produto luxuoso. Tão saboroso como polemico, “foie gras” que significa fígado gordo, é o fígado de pato sob o efeito de uma intensa alimentação dos animais, gerando um fígado maior e mais saboroso. O seu processo de obtenção iniciou-se a pelo menos 5 mil anos no Egito antigo, ganhou a Europa, e sofre duras críticas de parte da população mundial.
 A partir do processo natural de engorda que os patos e gansos sofrem durante a migração sob forte inverno, criou-se o método manual de alimentar os animais, engordando-os, com o objetivo de ter foie gras disponível durante todo o ano, e em maior quantidade. A França apesar de não ter sido criadora, foi a propulsora do foie gras, e tem o ingrediente com patrimônio cultura, gastronômico e protegido da França. Para os animais fornecerem um foie gras de qualidade e especial, é necessário um processo de engorda que possui regras estipuladas e rigorosas. Eles pouco se locomovem e recebem de 6 a 12 vezes mais comida que o normal, técnica chamada de “gavage”. A textura é incrível, o sabor é marcante, e a sua versatilidade no preparo de pratos é enorme.

Oies de ferme

cozinha da Toscana

-->

Culinária da Toscana


Culinária da Toscana
Por Chef Wilson Gonzaga

Equilibrada, simples, regional e, todavia, requintada – assim se pode definir a cozinha da Toscana, na Itália. Sem grandes aparatos, é linear, séria e cheia de graça e ironia, tal como as pessoas que vivem lá. Colinas de encostas suaves, olivais e montes tranqüilos exalam um odor de folhas secas e ervas aromáticas que remetem a uma cozinha com ingredientes simples, mas preparados com clareza e naturalidade, influência clara dos ideais da Renascença italiana.

É no campo que se encontra a verdadeira cozinha sem grandes floreados, onde predominam as leguminosas, o pão, o queijo, os legumes e os embutidos. Ribollita, Panzanella, Pappa al pomodoro são todos pratos típicos da Toscana rural, mais interior.  Apesar de toda simplicidade dos ingredientes, a cozinha toscana é conhecida pela riqueza de seus sabores e aromas.

Foi na Toscana, terra da grande literatura de Dante, Petrarca e Boccaccio, que nasceu o italiano moderno.  Foi na Toscana que nasceu e se desenvolveu, entre os séculos XIV e XVI, a grandiosa época do Humanismo e do Renascimento, que inovaram radicalmente a cultura e a arte, deixando um marco para sempre.

Firenze (ou Florença), capital da Toscana, conserva grandes obras de arquitetura civil e religiosa, esculturas e pinturas de extraordinário valor artístico, de grandes gênios como Leonardo da Vinci e Michelangelo Buonarroti. Há também Siena, com a sua Piazza del Campo, com o famoso Palio no verão. Também super famosa pelos seus grandes vinhos, como o Chianti, o Brunello, o Sassicaia  e o Montepulciano.


Receita de Cantuccini


Confira uma receita tradicional culinária Toscana, na Itália, assinada pelo Chef Wilson Gonzaga.

Ingredientes
300 g de amêndoas descascadas e torradas
500 g de farinha de trigo
200 g de açúcar cristal
50 g de açúcar baunilhado
4 ovos
Uma pitada de sal
Raspa da casca de 1 limão siciliano
Manteiga
1 ovo pra pincelar

Modo de preparo
Triture as amêndoas e, numa tigela, misture com a farinha, o açúcar, os ovos e uma pitada de sal. Junte açúcar baunilhado, raspa da casca de limão.  Com a massa, faça rolos de cerca de 2 cm de diâmetro e coloque sobre um tabuleiro untado com manteiga. Bata o ovo com um pouco de açúcar e pincele os rolos com esta mistura. Leve ao forno previamente aquecido a 120 °C, durante 30 minutos, para a massa secar e não para cozer. Corte os rolos em rodelas com a espessura de um polegar e leve novamente ao forno durante aproximadamente 15 minutos. Sirva com um bom espresso.

Fonte:

http://www.gourmetvirtual.com.br/noticias/culinaria-da-toscana

Fondue Como servir e comer

-->

Fondue Como servir e comer

FONDUE
A palavra fondue é derivada do francês e significa "derreter" . Ela não é usada somente para o fondue de queijo que é derretido. Foi introduzida na gastronomia para a forma de servir as mais de 100 variedades de pratos quentes, que são preparados diretamente na mesa nos quais as porções são imersas em queijo, óleo, chocolate, geléia e uma imensa variedades de molhos salgados ou doces.
Fondue de queijo, especialidade suíça que consiste de dois queijos derretidos Emmental e Gryère, vinho branco Neuchtel, sal, pimenta e noz-moscada.
Comida rústica, ideal para um grupo de 4 a 6 pessoas e leva em média de 2 a 3 horas de serenidade para ser comido. Para facilitar o serviço, é preciso bastante espaço na mesa e é necessário que todos os acompanhamentos do prato sejam cortados em porções pequenas antes de serem servidos.
Para os fondues mais conhecidos, calcula-se em média por pessoa, sem os acompanhamentos:
     Carne 300 gramas
     Queijo 200 gramas
     Chocolate 150 gramas;
     Camarão 250 gramas.
Como servir e comer o Fondue:
Servir os molhos e os acompanhamentos são colocados no prato rústico de cerâmica que possui várias divisões. A porção já preparada é retirada cuidadosamente do garfo de fondue, colocada no prato e comida com o garfo e faca grandes. O Fondue de queijo e de fruta são levados diretamente à boca com o garfo de fondue.
Queijo: Quando o pão tiver bastante envolvido em queijo, é levado à boca com o garfo na mão direita e os acompanhamentos são comidos com o garfo e a faca grandes. Antes de colocar o queijo na panela, passar um dente de alho dentro dela com bastante força.
Carne: como a carne precisa mais tempo para fritar, é necessário que cada pessoa tenha dois garfos de fondue marcados com a mesma cor. Quando a carne fritar, será colocada no prato de cerâmica e comida junto com os acompanhamentos com o garfo e a faca grandes. (é usado um óleo vegetal com a temperatura constante de 190 . Para ele não salpicar, é colocada uma batata descascada dentro da panela)
Bebida:
É servido para acompanhar o fondue de queijo um vinho branco seco Gruner Veltiner, Neuenburger ou Waadtlander (Suíço) e para o de carne um vinho tinto seco.
Montagem da Mesa:
1.   Garfo grande do lado esquerdo;
2.   Faca grande do lado direito;
3.   Garfo de fondue de queijo ou de carne do lado direito com uma inclinação de 45;
4.   Prato rústico de fondue com divisões para os molhos e os acompanhamentos;
5.   Prato de pão, faca de manteiga e cesta com pão (exceto para o fondue de queijo);
6.   Copo de vinho branco ou tinto, 1 cm acima da faca
7.   Panela de fondue de queijo (cerâmica) ou carne (metal) com fogareiro a gás;
8.   Suficiente taças para colocar os molhos e os acompanhamentos;
9.   Pimenteiro e saleiro;
10. Guardanapo sobre o prato de pão.

COMO SERVIR E COMER ESCARGOT

-->
$00.00
Descriptions… COMO SERVIR E COMER ESCARGOT 
 
Resultado de imagem para escargot


Molusco invertebrado de corpo mole, caracterizado pela concha sólida em forma de espiral. Sua carne possui uma alta quantidade de proteínas.
Pela grande quantidade de conchas encontradas nas escavações da pré-história, chegou-se a conclusão que o escargot foi um dos primeiros animais a serem comidos pelo homem.
Os romanos eram seus grandes apreciadores e os comiam como petisco com vinho antes ou depois de uma refeição. Na Idade Média, a igreja permitia que eles fossem comidos nos dias de abstinência.
Os grandes exportadores de escargots vivos, congelados ou em conserva são a França, a Algéria, a Turquia, a China, a Indonésia e a África.
Existem várias maneiras de se preparar o escargot, porém, a mais conhecida é a "Escargots a Burgonha", preparado na manteiga com alho e ervas e levado ao forno. O tamanho ideal do molusco para consumo é entre 26 e 40 mm.

Como servir e comer o Escargot:
Servir: geralmente, o escargot é servido como o prato quente de entrada. Para uma porção, calcula-se 6 ou 12 escargots, que são servidos com ou sem casulo em um prato de cerâmica feito especialmente para o escargot. Eles são comidos com o alicate e garfo de escargot. "No próprio casulo" ele é servido no prato de escargot sobre um prato grande com um guardanapo.
Comer: com o casulo, primeiro a colher grande é colocada do lado direito sobre o prato fundo com uma inclinação de 45, depois, com o alicate de escargot na mão esquerda pega o casulo e leva-o até o prato onde está a parte côncava da colher.  Com o garfo de escargot na mão direita, ele é retirado do casulo, levado à boca e comido.

Em seguida, o molho que ficou no casulo é colocado na colher e o casulo vazio é posto de volta no prato de cerâmica; a colher é levada à boca com a mão direita e o molho é tomado acompanhado com um pedaço de pão branco.

Sem o casulo, o prato de cerâmica pré-aquecido sobre um prato grande com um guardanapo é colocado à frente do cliente.

Com o garfo na mão esquerda, o escargot é levado à boca. Logo após, com a colher pequena na mão direita, o molho que ficou no prato de cerâmica é tomado, acompanhado por um pedaço de pão.

Bebida:
Para acompanhar o escargot é servido um vinho branco seco da região Alsacia ou vinho tinto Beajoulais.

Montagem da Mesa:
1.   Garfo de escargot do lado direito para o escargot servido no próprio casulo e do lado esquerdo para o escargot servido sem o casulo;

2.   Alicate de escargot do lado esquerdo para o escargot no próprio casulo;

3.   Colher grande ao lado direito sobre o prato fundo, com uma inclinação de 45;

4.   Colher pequena para escargot servido sem o casulo ao lado direito;

5.   Prato de pão do lado esquerdo;

6.   Faca de manteiga sobre o prato de pão;

7.   Copo de vinho branco ou tinto, 1 cm acima do garfo ou da colher pequena;

8.   Cesta com pão;

9. Guardanapo sobre o prato de pão.

Um pouco de história...
Pertencente ao gênero Helix, o escargot é um molusco gastrópoda consumido desde a pré-história pois era encontrado facilmente e em abundância nas paredes úmidas das residências, que eram geralmente o interior de uma gruta.

Depois os romanos e os gregos começaram a consumí-los e foi na idade média que os franceses descobriram o que viria a ser uma marca registrada de sua cozinha. Nesta época eles eram armazenados dentro de conventos, para que houvesse bastante deles mesmo nos períodos de escassez.
Durante a revolução os escargots eram armazenados em barris e assim os marinheiros tinham sempre uma boa reserva de carne fresca. A criação mesmo dos caracóis só começou no século 20.

Como é feito:
Hoje em dia qualquer restaurante na França serve os caracoizinhos. O modo mais comum é fazê-lo ao forno, em cerâmicas apropriadas, com manteiga e salsinha, com ou sem a casca:

Onde comer:
Em Paris, o melhor que eu já comi fica num restaurantezinho delicioso no 1o. arrondissement, chamado Comptoir de La Gastronomie. Esse achado fica na Rue MontMartre, 34, Metrô Sentier. Esse misto de restaurante e empório existe desde 1894. Tem de tudo e do melhor: terrines, confits de canard, fois gras, vinhos e champagnes e... escargots! De tudo quanto é jeito, pronto pra fazer.

O que eu achei mais conveniente para enfiar no meio das roupas na mala foi uma lata com 4 dúzias, em conserva, pela quantia módica de 12 euros! No restaurante, não perca também o cassoulet, divino. Você vai gastar em média uns 20 euros por pessoa no almoço.

Na Rue Montorgueil tem até um restaurante especializado na iguaria. Essa rua ficava bem perto da rua do "nosso" apartamentinho e acho que é a rua mais deliciosa de Paris. Tem de tudo! Olha a fotinha que eu tirei do restaurante:

A receita:
Eu vou passar uma receita que fiz aqui em casa, para a querida família do meu marido (obrigada pelo super saca rolhas!!!), e que foi escoltada muito bem por duas garrafas de champagne:
Escargots ao Molho Cremoso!

1 dente de alho bem picado

Salsinha picadinha

100g de manteiga

Sal e pimenta do reino

2 cebolas roxas bem picadinhas

6 dúzias de escargot em conserva, escorridos

500g de cogumelos de Paris (champignons) frescos e cortados em lâminas

250ml de vinho branco seco

200ml de creme de leite fresco

Noz moscada

Fatias de pão

Aqueça a manteiga em uma panela, doure as cebolas e depois junte o alho. Acrescente os cogumelos e deixe cozinhar por 5 minutos, mais ou menos.

Acrescente os escargots e o vinho branco e deixe cozinhar até que o líquido evapore (uns 10 minutos). Acrescente o creme de leite, e tempere com sal, pimenta e noz moscada. Deixe o molho reduzir até ficar cremoso.

Sirva em uma travessa, salpicado com a salsinha e com muito pão! Não faça como eu que comprei só uma baguette e acabou antes do molho e... dos escargots!
Essa receita eu tirei do site do Olivier Anquier: http://www.olivieranquier.com.br/receitas/

Receita: Escargots à moda da Lombardia (Lumache alla Lombarda)

A região da Borgonha não é famosa apenas pelos seus vinhos. Uma certa iguaria presente nos mais finos restaurantes de todo o mundo, faz as honras de embaixadora da gastronomia dessa região: os escargots ou lumachi para os italianos.

Esses caracóis herbívoros de apetite voraz constituem a base de requintados pratos da culinária borgonhesa. Se bem que nos últimos anos os caracóis já não firam com o mesmo peso nos cardápios dos grandes chefes. A espécie mais utilizada é o Helix Pomatia, também conhecida como Escargot da Borgonha.

Há aluns anos esses animais fizeram história no cinema, e se não causaram enjôo, no mínimo proporcionaram algumas boas gargalhadas. Quem não se lembra da cena de Julia Roberts com Richard Gere, no filme Uma Linda Mulher?

A protagonista, durante um fino jantar de negócios, faz um dos caracóis voar longe! Tudo bem, brincadeiras a parte, muita gente se não tem preconceito quanto a experimentar esses saborosos gastrópodes, no mínimo fica preocupada quanto ao ritual para servir ou comê-los. Mas, se você tem vontade de prova-los vá em frente!

Talvez amaneira mais fácil seja saborear um delicioso prato num bom restaurante. Ou por que não, prepará-los em casa? Calma, calma, não é nada assim tão “nojento”. Embora a compra e o preparo de escargots in natura não seja lá muito prático, tampouco agradável.

Detalhes como: onde comprar, quanto tempo deixar os escargots em jejum, que alimentação é dada nesse período, como limpar, quanto tempo cozinhar etc. Entretanto, existe um caminho mais rápido.

Hoje, até mesmo bons restaurantes da França e do Brasil utilizam os escargots da Borgonha já limpos, separados das conchas e cozidos, que são vendidos em latinhas como uma conserva.

Na França, um tubo contendo duas dúzias de conchas já limpas e 125g de escargots já cozidos é vendido por €8 (algo em torno de R$21).

Sem as conchas essa mesma quantidade sai por €4,8. Agora vem a melhor parte. No Brasil semelhantes escargots da Borgonha (18 conchas + 125g de escargots) importados pela La Pastina chegam custando R$ 77! Isso mesmo, se você já achava os bichinhos indigestos, com esse preço então… é de pensar dez vezes.

Pessoalmente não sou um fã de escargots, tenho outras comidas na minha escala de preferências; mas lá de vez em quando, pode ser interessante. E, para não negar o sangue italiano selecionei uma deliciosa receita milanesa.
Receita e ingredientes para Lumache alla Lombarda (4 pessoas)
48 Escargots cozidos (duas latas);

50g de manteiga;

50 g de Acciughe (anchovas em conserva);

1 dente de alho;

1 cebola;

3 colheres de azeite de oliva;

1 ramo de salsinha;

1 colher pequena de sementes de erva-doce;

1 copo de vinho branco seco;
Sal;
Uma colher de farinha de trigo;

Pimenta-do-reino;

Noz-moscada.

Preparo:
Numa panela adicione as três colheres de azeite juntamente com um dente de alho picado; deixe-o levemente dourado (cuidado para não queimar). Em seguida acrescente a manteiga, a cebola picada, a salsinha e o acciughe dessalgado. Refogue até que o acciughe comece a desmanchar.

Acrescente aos poucos a farinha para engrossar o molho. Depois junte os escargots, em fogo baixo, e vá colocando o vinho branco. Para finalizar adicione o sal, uma pitada de noz-moscada, a pimenta-do-reino a gosto e, se preferir, um pouquinho de erva-doce.

Para servir quente, adicione os escargots as conchas e leve ao forno pré-aquecido por 6 minutos. Também fica ótimo para acompanhar o molho uma broa integral.

Vinho recomendado: branco bem encorpado ou tinto de corpo médioComo os escargots estão nos pratos tradicionais da Borgonha nada mais justo que o franceses recomendem um bom Chablis.

Eu, particularmente, provei com um tinto, e gostei. Sugiro o Domaine Drouhin Oregon Pinot Noir Willamette Valley 2004 (R$160).

Um vinho já pronto, com boa estrutura e complexidade. Ao contrário da safra 2005, esse pinot está bem delicado, com taninos muito macios. Outra excelente opção é harmonizar com um Bordeaux, como o Château Caronne Ste.

Gemme 2003 (R$100) que provamos esses dias. Equilibrado e redondo esse vinho dá um toque elegante, sem exageros de potência que venham a comprometer os sabores do prato.
www.qvinho.com.br/receitas/escargots-borgonha-lumache-lombardia

Como limpar Escargot

-->

Como limpar Escargot 

 

Resultado de imagem para escargot

 Enquanto você pode comprar carne de caracol em uma lata para a preparação escargot fácil, se você estiver indo para fazer as coisas da maneira tradicional - começando com caracóis vivos - o processo de limpeza pode demorar cerca de duas semanas. Isso garante que os seus caracóis são limpo e saudável dentro e por fora antes de iniciar o processo real de cozinhá-los. No dia em que você quer servir seu escargot, a limpeza final pode demorar até quatro ou cinco horas, para planejar com antecedência é fundamental.

Instruções

1

Mantenha seus caracóis em uma banheira de plástico limpo com uma tampa e de ventilação apertada furos para a respiração. Eles precisam viver neste balde para 10 a 14 dias, permitindo que qualquer coisa desagradável que eles consumida em estado selvagem - pesticidas, especialmente - para filtrar através de seus sistemas. Fornecer seus caracóis com água e alface fresca, e armazená-los em um lugar escuro que permanece entre 55 e 75 graus Fahrenheit.
2

Pare de alimentar seus caracóis três dias antes de o plano para prepará-los, mas continuam dando-lhes água fresca. Isso limpa para fora seus intestinos com antecedência.
3

Lave seus caracóis em água fria, descartando quaisquer mortos - você pode identificá-los a partir de uma falta de movimento.
4

Encha um balde grande de plástico com água fria, mexendo em duas colheres de sopa de sal e uma de vinagre para cada 12 caracóis. O tamanho do balde depende do número de lesmas que está a preparar, embora os caracóis requerem apenas água suficiente para mantê-los completamente submerso.
5

Mergulhe os caracóis por cerca de quatro horas, drenagem e substituir a água uma vez por hora. Este processo retira muco viscoso dos caracóis, que coleta na água - substituí-lo periodicamente descarta o muco e acelera o processo. Enquanto você pode acelerar o processo usando água fervente, isso os torna lançar um grande volume de muco em apenas 10 ou 15 minutos, e faz com que seja mais difícil para manter a água e os caracóis no-lo limpo.
6

Lave seus caracóis uma última vez e despejá-los em uma panela de água fervente. Ferva-os por 10 a 15 minutos - dependendo de quantos você está preparando, você pode precisar de vários potes acontecendo ao mesmo tempo. Quando esfriar, retire os caracóis de seus escudos com uma pequena colher ou garfo, como um garfo frutos do mar.
7

Cortar fora todas as peças pretas do caracol, especialmente perto da cauda. Adiar para a receita que você está seguindo, como alguns recomendo cortar outras partes, como a cabeça, também.

21 de abr de 2017

Receita: Rã Provençal

Receita muito saborosa e exótica, a carne de rã é rica em proteinas. Ótima dica para se fazer am casa.

-->



Preparo
  1. Limpe as rãs e tempere-as com sal.
  2. Passe-as na farinha antes de saltear.
  3. Na frigideira com óleo, doure as rãs uniformemente dos dois lados.
  4. Retire-as da frigideira e reserve.
  5. Salteie rapidamente o alho e faça uma deglaçage com o vinho.


---------------------------------------------------

Receita de Rã à provençal

 

  • 8 coxas de rã
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 1 colher (café) de pimenta do reino
  • Sal a gosto
  • 20g de salsinha bem picadinha
  • 10 dentes de alho triturados
  • Suco de um limão médioModo de preparo
  • Primeiro derreta a manteiga numa frigideira em fogo alto.
  • Em seguida, acrescente as rãs e diminua a intensidade do fogo.
  • Quando estiverem bem douradas, misture o sal, a pimenta do reino e a salsinha.
  •  

Como iniciar uma criação de rãs

Os iniciantes na produção de rãs não precisam investir alto. Para começar uma criação, basta um tanque para o desenvolvimento dos girinos e dez baias de crescimento em uma pequena área. A reportagem visitou o maior ranário do Estado de Goiás, com produção de cerca de uma tonelada e meia de carne de por mês.

Como iniciar uma criação de rãs

A rã não é um dos animais mais adorados para se ter em casa, então é melhor evitar fazer uma criação em bairros residenciais mesmo que se tenha espaço, o que vai ser preciso. Jamais opte por começar uma criação em apartamentos, mesmo com boa área ou um apartamento por andar, pois estes animais tendem a fugir bastante e é considerada ilegal, uma criação em área residencial, com sujeição a multa e detenção em prisão. O ideal é que seja montada uma criação de rãs em sítios ou ambientes rurais com espaço e água potável em abundância.

Estrutura para a criação de rãs

A estrutura a ser montada para a criação de rãs é mínima. É preciso apenas de água, os girinos para a criação e um tanque grande para que estas se acomodem. Alguma vegetação que se assemelhe a seu habitat natural e que se desenvolva na água é recomendada, além de água limpa e com oxigênio, pois a respiração deste animal é cutânea também. Assim, água mineral está descartada. A dica é usar água de poço ou de mina, bem presente em regiões rurais.
O local em que as rãs devem ser criadas, também chamado de ranário, deve ser um tanque com compartimentos em formato retangular, com laterais em cimento ou placas pré-moldadas de argamassa. Jamais use azulejo, pois é mais caro e jamais pode ser criada na lateral uma vegetação que lembre o habitat das rãs e onde elas se sintam mais confortáveis. É ideal ainda que se tenha um pequeno declive no fundo do tanque, para que sejam ali depositados os girinos para crescimento em período de reprodução. A profundidade não deve variar em mais de 40 centímetros. Esse modelo é chamado de tanque ilha e é o mais usado hoje em dia.
É preciso informar que o tanque só será usado pelas rãs mais novas, pois este animal possui duas fases: a aquática e a terrestre. Depois de seus dois meses de vida, as rãs devem ser transportadas para uma área seca próximo a água, como um terreno à beira de um lago, onde elas vão se alimentar e assim crescer fortes para o abate e posterior venda.
Toda essa área para montagem de estrutura deve medir, em média, 800 metros quadrados, o que exige um ambiente grande. Também precisa ser iluminado, mas não diretamente pelo sol, o que causa a morte das rãs quando expostas por longo período, pois elas possuem a respiração cutânea. Uma dica é construir um tanque com baias que permita às rãs desfrutarem ao mesmo tempo da água e da parte seca, aguardando o período ideal para o abate e venda. Este modelo de estrutura poupa espaço, é mais barato e pode ser usado tanto para criação de rãs de grande porte como de pequeno porte.

Alimentação das rãs em criadouro

Em ambiente natural, as rãs se alimentariam de insetos, mas para criação o ideal é que seja administrada uma ração balanceada ao menos quatro vezes ao dia. Enquanto ainda são girinos, a dosagem é menor, mas sempre quatro vezes ao dia, para que cresçam e se tornem rãs saudáveis para o abate. As rãs também podem ser alimentadas com larvas de dípteros (moscas), mas vivas e não mortas, pois as rãs são caçadoras e dão sempre preferência ao que ainda tem vida. Tanto ração como larvas devem ser jogadas próximas para que ela busque sozinha e assim se exercite, o que a fará comer mais.

Raça para criação de rãs

Antes de começar a criação de rãs, as matrizes devem ser compradas sempre com a ajuda de um zootécnico para avaliar se estão em boas condições para reprodução. A rã mais usada para a reprodução em criadouro é a rã-touro, cujo nome cientifico é Rana catesbeiana. Ela se reproduz mais vezes, se adapta mais adaptáveis ao ambiente de criadouro e possui grande aumento de peso.

Reprodução das rãs

Com temperatura ideal, sempre quente ou natural, as rãs se reproduzem em media quatro vezes ao ano e sempre com uma grande quantidade de ovos. O ideal é que eles sejam separados e colocados em outro tanque para acompanhamento e, quando os girinos nascerem, alimentados adequadamente.
Após os ovos serem colocados no fundo do tanque, os girinos irão aparecer em torno de vinte dias depois. É normal que 30% dos ovos não se desenvolvam, mas o percentual tende a melhorar com o tempo e com a adaptação do animal ao habitat. Lembre-se de separar os animais mais novos dos mais velhos e saiba escolher os melhores reprodutores para continuar a produção, que geralmente são as rãs que colocam mais ovos e são mais gordas.
Deve-se respeitar o período mínimo de quatro meses até a transformação completa do girino em rã antes de começar o abate para venda. Espere que eles alcancem a forma adulta completa, porque alcançam maior peso, são mais propícios para alimentação e estão com melhor sabor.
-->

Criação de rãs exige baixo investimento e dá retorno rápido


Canal Rural - Leia mais no link http://www.canalrural.com.br/noticias/jornal-da-pecuaria/criacao-ras-exige-baixo-investimento-retorno-rapido-52077 ou compartilhe este conteúdo através das ferramentas oferecidas na página. Os textos, fotos, vídeos e demais conteúdos do Canal Rural estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral, e não podem ser reproduzidos sem autorização prévia. Caso queira replicar algum conteúdo do Canal Rural, por favor, utilize o link original ou entre em contato (canalrural@canalrural.com.br). Siga-nos: https://www.facebook.com/canalrural, https://twitter.com/canalrural, https://instagram.com/canalrural

Criação de rãs exige baixo investimento e dá retorno rápido


Canal Rural - Leia mais no link http://www.canalrural.com.br/noticias/jornal-da-pecuaria/criacao-ras-exige-baixo-investimento-retorno-rapido-52077 ou compartilhe este conteúdo através das ferramentas oferecidas na página. Os textos, fotos, vídeos e demais conteúdos do Canal Rural estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral, e não podem ser reproduzidos sem autorização prévia. Caso queira replicar algum conteúdo do Canal Rural, por favor, utilize o link original ou entre em contato (canalrural@canalrural.com.br). Siga-nos: https://www.facebook.com/canalrural, https://twitter.com/canalrural, https://instagram.com/canalrural

rã que se come e é exportada?

As rãs possuem importância econômica por possuírem carne muito apreciada pelo homem, além de serem historicamente empregadas nas pesquisas biológicas, farmacêuticas e medicinais como cobaias.
Diferente dos sapos, que pertencem a família dos Bufonidae, as rãs comestíveis são aquelas espécies que possuem peso acima de 50 gramas quando adultas. No Brasil, existem várias espécies de rãs de grande porte, que pertencem a família Leptodactylidae (rã-manteiga, rã-pimenta, gia, etc.). No Peru existe a famosa rã do lago Titicaca, que pertence a família Pipidae. A maior rã do mundo Rana Goliath vive exclusivamente nas florestas da Mauritânia (África), pertence a família Ranidae.

As espécies da família Ranidae (inclusive a rã-touro), se diferenciam das espécies da família Leptodactylidae (dedos terminados em ponta) por possuírem membranas natatórias entre os dedos, (tipo pé-de-pato). A Rana catesbeiana é originária da América do Norte, mas foi introduzida no Brasil por empreendedores que viram nesta espécie grandes potencialidades comerciais pelas qualidades nutricionais e sabor delicado de sua carne.
-->
$00.00
Descriptions…

rãs comestíveis


As rãs verdadeiras são as da família Ranidae, das quais só existe uma, no Brasil, a Rana palmipes, conhecida no Norte como jia, sendo muito parecida com a Rana viridis, a rã esculenta, a rã verde da Europa.
Resultado de imagem para rãs comestíveis
São, também, chamadas de rãs, os representantes da família Leptodactylidae, entre as quais temos, em nosso país, as conhecidas rãs-pimenta: Leptodactylus pentadactylus, L. flavopictus e L. labyrinticus, a maior rã brasileira, atingindo 500g e havendo citação de um macho que atingiu 850g.

Além das já mencionadas, temos, também, as conhecidas rãs comuns e as paulistinhas: Leptodactylus ocellatus e L. macrosternum, cujas desovas vão de 3.000 a 4.000 ovos, com a média de 1.500. Temos, ainda, no Brasil, outras espécies de rãs comestíveis, mas de menor expressão, embora saborosas.

Existem mais de 45 gêneros e 560 espécies de rãs espalhadas por todo o mundo, sendo que uma delas habita as regiões geladas do polo.

A maior rã do mundo é a golias (Rana goliath) com 40cm de comprimento, da cabeça à região caudal. Atinge 7kg e vive na República dos Camarões, na África. Vem, pelo tamanho e em segundo lugar, a rã touro (Rana catesbeiana Shaw), com até 1,750g como já verificamos, no Brasil. A rã gigante chilena (Galyptocephallela grayi), que atinge 900g, é a única rã comestível que possui protuberâncias verrucosas no lombo, pois todas as outras o têm liso. A menor, é uma rã existente
em Cuba.

As européias são a Rana temporaria (rã russa ou vermelha), muito difundida na Europa e na Ásia e a Rana viridis ou rã verde, conhecida por esculenta, atingindo 20cm e pronta para o mercado, com 3 anos de idade. Temos, ainda, além de outras rãs comestíveis, as Rana pipiens (rã leopardo) que é a mais comum, a R. postulosa, a R. tarahuanare, vivendo a 3.000m de altitude, etc.

A criação de espécies nacionais, embora sejam elas de grande resistência, já adaptadas ao nosso ambiente e algumas bem pesadas como a rã-pimenta, não deu os resultados esperados. Por isso, no Brasil, o mais apropriado e indicado, é que se crie, por seu alto rendimento, prolificidade, precocidade e adaptação ao cativeiro, a Rana catesbeiana Shaw, originária dos Estados Unidos, conhecida em seu país por Bull-frog (rã touro) e, no Brasil, por rã touro ou touro-gigante.
-->
$00.00
Descriptions…

como limpar uma rã da forma correta

como limpar uma rã da forma correta

-->

$00.00
Descriptions…

Como limpar carne?

-->
$00.00
Descriptions… Elas são divididas em três categorias: carnes de primeira, de segunda e de terceira. As carnes de primeira são mais caras, mas são melhores para o preparo, para a ingestão e para a saúde, enfim, para o consumo.

Limpar carne é uma atividade totalmente desnecessária para o cozinheiro de hoje. Nos supermercados, já é possível comprar bandeijas de três ou quatro bifes já limpos e cortados. Até mesmo peças inteiras já são encontradas assim.

Contudo, é bem mais barato comprar a peça para se limpar em casa. No mundo corrido de hoje, talvez a economia de dinheiro não se traduza em economia de tempo, mas é importante saber como limpar a carne.

As peças de carne são de estrutura fibrosa. Há pessoas que têm preferência por cortá-las no sentido das fibras e há pessoas que preferem o oposto. Tudo depende do prato que se vai fazer. Para fazer bifes, tanto faz, porque vai se sovar a carne antes de temperá-la.

O mais importante é limpar a carne. Junto dela há cartilagens, fibras brancas, sebos que devem ser retirados cortando o menos possível a parte vermelha. Com uma faca muito bem afiada e muito cuidado, o cozinheiro vai despojando a carne de tudo o que é desagradável à mastigação. Depois de limpa, pode-se cortá-la em bifes ou em postas. Não é recomendável cortá-la em cubos porque ela fica dura durante o preparo.

Um pouco antes de consumi-la, o cozinheiro pode sovar a carne para que ela fique bem macia. Para isso há martelos de carne, apropriados. Com o filé mignon e o contra-filé, as sovas são totalmente dispensáveis, porque são as carnes mais macias do boi e as mais caras. A sova é recomendada para carnes consumidas com mais freqüência, como a alcatra, o chã, o patinho, o lagarto...


Para armazenar as carnes, há alguns segredos. Na geladeira, se temperada, ela suporta até 48 horas, mas o melhor é consumi-la o mais rápido possível. No freezer, elas duram até um ano, mas sem tempero. Uma vez descongelada, a carne deve ser consumida.
Para comprar um corte de carne,é necessário observar alguns itens que garantem sua qualidade, como coloração, características próprias do corte escolhido, data de embalagem, data de validade e deve apresentar o selo do S.I.F (Serviço de Inspeção Federal). Seguindo esses passos básicos, você não precisa se preocupar em "limpar" a carne, porque ela já está pronta para ser preparada e receber o qualquer tipo de cozimento que desejar.
Evite a compra de carnes já temperadas e lavá-las em água corrente expõe a contaminação, já que o seu alimento entrará em contato direto com as bactérias que se desenvolvem na água, esse é um princípio básico de segurança alimentar.

3 de fev de 2017

Dia mundial do Ovo

-->

Postagens populares

Minha lista de blogs

tang

Abobora Doce Recheada Adimito Amendoas Bacalhoada Bolinho Caranguejo Bolinho Recheado Queijo Bolos Decorados Mecanico Calda Manjar Carne Receita Cerveja Creme De Maca Croqueta Frango Presunto Feito Cuscuz Marroquino Folhadinhos Rapidos Gelatina Abacaxi Hoteis Inquilinato Laranja Morangos Licor Ameixa Macas Glaceadas Massa Leitao Massas Yakisoba Menus Dia Namorados Microondas Pao Molho Requeijao Frango Molhos Especial Tender Muffins De Halloween Paelha Marisco Panquecas Ovos Pate De Caviar Pessego Receitas De Pimenta Limao Polpa Manga Receitas Castanhas Portuguesas Receitas Cheesecake Receitas Rapidas Natal Repolho Crespo Risotto Pato Saladas Vinaigrette Sobremesas De Copinhos Sopa Arroz Feijao Sopa Courgette Sorvetes De Damasco Souvlaki Spaghetti Receitas Tarte Espinafres Frango Tarte Fruta Natas Tomates Forno Video Racao Humana