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21 de abr de 2011

Abóbora recheada com carne seca

  • carne seca 1kg)
  • 1 abóbora bem redondinha
  • azeite
  • 1 dente de alho picado
  • 2 cebolas picadas
  • salsa picada
  • Leite de coco 100ml)
  • sal q.b.


Modo de preparo

Deixar a carne seca de molho de um dia para o outro para retirar bem o sal (não esqueça de trocar a água).

Dar uma fervura rápida na carne e deitar a água fora
Cortar a carne em pedaços pequenos e colocar na panela de pressão com a água deixando cozinhar por uns 15 minutos (também podem utilizar panela normal
Demora um pouco mais, mas fica igual)
Escorra a água e reserve.

Numa frigideira, colocar azeite, dourar a cebola e o alho
Juntar a carne, salsa, o leite de coco e refogar por 15 minutos
Reserve.

Entretanto a abóbora foi sendo preparada
Leva mais ou menos 1 hora no forno, por isso podem ir preparando com antecedência.
Escolham uma abóbora redondinha e bonita.

Abrir uma tampa e retirar as sementes
Untar o interior com um pouco de azeite e polvilhar com sal.Colocar o refogado da carne dentro.
Embrulhar em papel de alumínio e levar ao forno pré aquecido (± 200°) até que fique macia ao toque
Convém colocar a abóbora num recipiente que depois possa levar à mesa.

Camarão na abobora moranga

Ingredientes:
01 abóbora moranga de tamanho médio;
01 kg de camarão médio;
1/2 litro de água;
01 cebola média bem picada;
02 dentes de alho socados;
06 tomates médios bem maduros, picados, sem pele e sem sementes;
01 lata de creme de leite sem soro;
1/2kg de catupiry;
02 colheres, de sopa, de manteiga extra;
Azeite a gosto
02 colheres, de sopa, de farinha de trigo ou maisena;
01 maço de salsinha bem picada;
01 colher, de chá, de ajinomoto;
02 pitadas de açúcar e
sal e pimenta-do-reino a gosto.
Modo de Preparo:

Lave bem a abóbora, corte a parte superior como se fosse uma tampa (deite a faca para ter apoio quando fechar). Limpe a parte interna, retirando com as próprias mãos as sementes da abóbora. Envolva-a com um papel alumínio e coloque sobre uma travessa no forno médio, previamente aquecido, por cerca de 40 minutos ou até a abóbora ficar macia, espete com uma garfo por cima para verificar. Reserve.
Enquanto a abóbora está no forno, você pode ir preparando os camarões: limpe e lave-os bem, retire as cascas, as patas e as cabeças e coloque-as em uma panela com a água e sal a gosto.
Leve ao fogo médio, essa panela, para cozinhar durante aproximadamente 20 minutos, se houver necessidade, coloque mais um pouco de água durante o cozimento. Passe por uma peneira bem fina.
Coloque o caldo obtido no liqüidificador com os tomates e o ajinomoto e bata até ficar um caldo bem homogênio. Na realidade você preparou uma polpa de tomate com caldo de camarão.
Tempere os camarões limpos e descascados com pimenta-do-reino e sal. Reserve.
Coloque uma panela no fogo médio com a manteiga e um fio de azeite e refogue a cebola e o alho, não deixe queimar.
Adicione a polpa de tomate, que você preparou, até ferver por aproximadamente 15 minutos. Para não ficar ácido, adicione umas duas pitadinhas de açúcar.
Acrescente os camarões já temperados e deixe ferver por aproximadamente cinco minutos, não deixe passar muito para o camarão não ficar borrachudo.
Prove o sal, se desejar, adicione mais a gosto.
Dissolva a farinha de trigo em um pouco de água e misture na panela. Mexa, sem parar, até encorpar.
Adicione o creme de leite e apague o fogo, mexa bem.
Coloque, por dentro da abóbora moranga, forrando-a, uma camada de queijo catupiry.
Adicione o creme de camarão e cubra com outra camada fina de catupiry.
Leve-a ao forno, previamente aquecido, por cerca de 20 minutos para gratinar.
Salpique salsinha e coloque a tampa para levar à mesa.
Dica: separe uns dez camarões, para decorar no final, retirando-lhes somente as cabeças. Cozinhe em água e sal por aproximadamente aproximadamente 05 minutos e coloque, sobre a moranga

abóbora

São plantas anuais, rasteiras, da família das cucurbitáceas. Ao grupo das abóboras pertencem a abóbora rasteira (Cucurbita moschata), a moranga (C. máxima), a moranga híbrida, obtida pelo cruzamento da moranga com a abóbora, e abobrinha-verde, que é uma variedade da abóbora rasteira. As abóboras são consumidas sob a forma de doces em diversos pratos salgados e são muito importantes nas dietas. Existem espécies destinados à ornamentação e à ração animal
Cultivares recomendados: a) abóbora-rasteira ( Curbita moschata Duch.): canhão, abóbora--seca e menina-brasileira; b ) moranga (Cucurbita máxima Duch.): exposição; c) híbrido: tetsukabuto.
Época de plantio: desenvolve-se bem nas épocas quentes (temperatura na faixa de 20 a 35ºC). O calor excessivo queima os frutos e o frio prejudica a germinação de sementes e o crescimento da planta.
Plantio: Colocando-se 4 sementes/cova, são necessários 0,5 a 1 kg/ha para as abóboras, 0,5 a 0,8 kg/ha para as morangas e 0,4 a 0,7 kg/ha para os híbridos. No caso das abóboras híbridas, que são estéreis, é preciso plantar de 15 a 20% da área com um cultivar polinizador; para cada 5 e 6 linhas, ou 5 covas do híbrido, planta-se uma do polinizador. Este deve ser semeado antes do híbrido: 25 a 30 dias (tipo Menin); 15 a 21 dias (Exposição).
Espaçamento: Abóbora: 5m entre linhas ou sulcos x 4m entre covas; moranga: 4 x 3m; híbridas: 3 x 2m; abobrinha-de-moita: 1,5 x 1m. COVAS: 50cm de lado e 30cm de profundidade. Cada cova deve ser adubada com5 a 10kg de esterco de curral bem curtido ou 2 a 3kg de esterco de galinha.
Clima e solo: As abóboras são plantas de clima quente, preferindo temperaturas de 20 a 27°C, e não resistem a temperaturas abaixo de 10°C. adaptam-se a vários tipos de solos, mas preferem os de textura média, bem drenados, leves e de boa fertilidade. O pH varia entre 5,8 e 6,8. Temperaturas amenas e dias curtos estimulam o desenvolvimento de maior número de flores femininas.
Sementes necessárias: para abóbora - rasteira e tetsukabuto, necessita-se de 500g por hectare; para moranga, 800g a lkg de sementes por hectare.
Adubação: esterco de curral ou de galinha, se disponível . 300g de superfosfato simples e 40g de cloreto de potássio por cova, 20g de sulfato de amônio em cobertura, conforme a necessidade da planta.
Tratos culturais: manter a cultura no limpo na fase inicial. Depois de frutificação, o mato não parece prejudicar a cultura.
Irrigação: é preciso irrigar na fase de germinação.
Época de colheita: abóbora - menina é comercializada ainda verde , com 25cm de comprimento (cerca de 380g de peso). A colheita inicia-se aos 75 dias até a maturação dos frutos. Moranga e tetsukabuto são colhidos 90 a 120 dias após o plantio, enquanto as abóboras secas levam 150 dias até a maturação dos frutos.
Produção normal: 10-15t/ha.
Rotação: Cereais e hortaliças folhosas. Não plantar outras cucurbitáceas e pimentão nas proximidades e nem utilizá-lo para rotação.
Polinização das híbridas: As morangas híbridas têm poucas flores masculinas e não produzem pólen, por isso plantam-se 10% das covas variedades polinizadoras de abóbora ou moranga, como a Coroa, abóbora-de-porco e Menina-Brasileira, 10 a 15 dias anttes da híbrida. A abobrinha italiana também é usada como polinizadora, mas por ser mais precoce, é plantada 15 dias depois da híbrida. Recomenda-seque se plante uma cova de polinizadora para cinco ou seis de híbrida, ou uma fila para cinco ou seis. As morangas Lavras 1 e Lavras 2 não precisam ser intercaladas com abóboras polinizadoras.
Raleação: Quando as plantas estiverem com 3 a 4 folhas, eliminam-se as menos desenvolvidas, deixando duas por cova.
Capinas: As culturas de abóbora e moranga devem ser mantidas no limpo.
Composição por 100g: Abóbora: 40 calorias, 1,2g de proteínas, 12mg de cálcio, 27mg de fósforo, 0,7mg de ferro, 350mmg de vitamina A, 0,05mg de vitamina B1, 0,04mg de vitamina B2 e 42mg de vitamina C. Moranga: 35 calorias, 1,7g de proteína, 32mg de cálcio, 24mg de fósforo, 2,3mg de ferro, 380mmg de vitamina A, 0,07mg de vitamina B1, 0,05mg de vitamina B2 e 11mg de vitamina C. Folha da abóbora: 27 calorias, 4,0g de proteínas, 477mg de cálcio, 136mg de fósforo, 0,08mg de ferro, 600mmg de vitamina A, 0,09mg de vitamina B1, 0,06mg de vitamina B2 e 80mg de vitamina C.
Broto de abóbora: 26 calorias, 4,2g de proteínas, 127mg de cálcio, 96mg de fósforo, 5,8mg de ferro, 270mmg de vitamina A, 0,14mg de vitamina B1, 0,17ng de vitaminaB2 e 58mg de vitamina C.

Irrigação: Diariamente, até trinta dias depois do plantio, e de quatro em quatro dias até o início da maturação dos frutos.
Adubação de cobertura: Feita 30 dias depois do plantio. Aplicam-se 2kg de esterco líquido por planta.
Pragas e doenças: As pragas que atacam as cucurbitáceas são os pulgões, vaquinhas e brocas, que podem ser controladas com cobertura morta de palha e arroz entre as covas. Usa-se também repelente à base de pimenta ou inseticida à base de fumo. O repelente é feito com 500g de pimenta verde ou vermelha, 4 L de água e 50 colheres de sabão em pó. Batem-se as pimentas no liquidificado, com 2 L d’água, coam-se e misturam-se o sabão e o restante d’água. O repelente é pulverizado sobre as plantes atacadas. O inseticida é feito com 100g de fumo de corda picado, três colheres de sabão de coco e 4 L de água. O fumo é fervido em 2 L de água, durante cinco minutos. Depois de esfriar e coar, misturam-se o sabão de coco e o resto da água. Essa mistura deve ser pulverizada sobre as folhas atacadas. Se os pulgões não desaparecerem, aumentam-se a dosagem de fumo na composição. As principais doenças são a antracnose, o oídio, o míldio, o crestamento gomoso do caule, a podridão – dos frutos e o mosaico. A antracnose, que forma manchas escuras na superfície dos frutos, caule e folhas, é favorecida pela alta umidade do ar e pela temperatura entre 21 C a 27 C, e é controla com rotação de culturas (repolho, couve, tomate, alface) durante dois ou três anos, coma utilização de sementes sadias e eliminação de cucurbitáceas selvagens e restos de cultura. O oído, que afeta as folhas expondo-as à queimadura do sol, é causado por um fungo que se desenvolve em temperaturas baixas, orvalho e nevoeiro pesado. O míldio, também causado por fungos, deixa lesões e manchas verde-oliva e púrpura nas folhas é controlado evitando-se o plantio em períodos sujeitos à neblina e a temperaturas entre 16 e 22 C. Devem-se também evitar baixadas mal ventiladas e com acúmulo de ar frio. O crestamento gomoso do caule, provocado por fungo que se desenvolve em temperaturas acima de 25 C, pode atacar qualquer órgão da planta, deixando lesões circulares de cor parda e preta nos frutos, e é controlado com rotação de cultura e uso de sementes sadias. A podridão dos frutos é provocada por bactérias, e as medidas preventivas são a rotação de culturas, tratos culturais para proteger os frutos do contato com o solo e a escolha de solos leves, drenados e não sujeitos ao encharcamento. O vírus do mosaico é transmitido, principalmente por pulgões, durante os tratos culturais. Essa doença reduz o tamanho das folhas e interfere no desenvolvimento dos frutos, que ficam inutilizados para o comércio. Seu controle consiste em usar sementes sadias, evitar utilizar áreas onde foram plantadas outras cucurbitáceas e eliminar as plantas susoeitas.
Produtividade: Abóbora: 12 a 16 t/ha; a híbrida: de 10 a 15 t/ha; a moranga: de 10 a 12 t/ha.
Cultivares: Abóbora: Bahiana Tropical, Canhão, Canhão Gigante, Caravela, Carioca, Goaininha, Jacarezinho, Menina Brasileira, Menina Clara, Menina Creme, Mini Paulista, Mocinha, Nova Caravela, Pira-Moita, Redonda, Amarela Gigante, Seca de Pescoço e Spaghetti; abóbora japonesa: Ebisu, Lavras II, Suprema, Tetsukabuto e Tsurunashi Yakko; moranga: Alice, Big Moon, Carijó, Coroa, Exposição e Tropical.
Armazenamento: Os frutos podem ser guardados em galpões arejados, por tempo determinado, até sua comercialização.
Rotação: Cereais e hortaliças folhosas. Não plantar outras cucurbitáceas e pimentão nas proximidades e nem utilizá-lo para rotação.
Detalhes:
  • Não aplicar defensivos no período da manhã para não prejudicar a atividade dos insetos polinizadores, principalmente, as abelhas.
  • Irrigar um dia antes da semeadura e 1 a 2 vezes/semana até o início da maturação dos frutos. Por infiltração: os sulcos devem ser preparados com declividade de 0,2 a 0,5%. Por aspersão: evitar o período da manhã durante o florescimento, para não molhar e inviabilizar o pólen.
  • Iniciar entre 90 e 120 dias o plantio, para as abóboras híbridas, e entre 120 a 150 dias para as demais.
Fonte: Especial Rural
* Nome científico: Cucurbita moschata (Duch.) Duch. Ex Poir.
Família: Cucurbitaceae
Origem: Ásia Tropical
Características da planta: planta de ciclo anual, caule herbáceo rastejante, provido de gavinhas e raízes adventícias. Apresenta folhas cordiformes ou reniformes, de coloração verde-escura e com áreas prateadas. O produto de importância econômica são os frutos, que podem ultrapassar 50 cm de comprimento e, dependendo da variedade, apresentam formato achatado, alongado com o chamado "pescoço", ovóides, esféricos ou cilíndricos. Podem ser consumidos verdes ou maduros.
Características da Flor: apresenta flores masculinas e femininas separadamente (planta monóica), de tamanho relativamente grande e coloração amarelo-vivo. As flores femininas possuem o ovário bem destacado, antecipando o formato do fruto.

*fonte: Flores do Alimento - Silvestre Silva - Empresa das Artes - 1997

doce de abóbora cristalizado

Ingredientes da receita de doce de abóbora cristalizado
1 quilo de abóbora.
1 colher de cal virgem para uso culinário.
800 gramas de açúcar.
Modo de preparo do doce de abóbora cristalizado
Deixe a abóbora de molho de 20 a 30 minutos na água com cal virgem para uso culinário.
Lave bem lavada.
Faça uma calda rala com uns 800 gramas de açúcar.
Deixe em fogo brando com os pedaços de abóbora uma tarde ao fogo.
Guarde para o dia seguinte para dar o ponto.
Curiosidades do doce de abóbora
O doce de abóbora é um doce típico do Rio Grande do Sul. A abóbora é um fruto originário da América, o qual era muito importante na alimentação das civilizações pré-colombianas como a olmeca, asteca, inca e maia. A abóbora é rica em vitamina A e também contém vitaminas do complexo B, cálcio e fósforo

3 de abr de 2011

A sorte não se espera, provoca-se!

«Não pode resolver os seus problemas com a
mentalidade que os criou!»
Albert Einstein


Não conte com a sua sorte!

Ouvimos muitas vezes, e você já o deve ter pensado ou dito, fazendo referência a uma celebridade ou a alguém que conhece: «Esta pessoa tem muita sorte!», «Tem sucesso em tudo que faz!», «Tem todo o dinheiro de que precisa!», «Leva uma vida de sonho!», «Vive com uma mulher (ou um homem) incrível»…

Não será difícil para si lembrar-se deste tipo de considerações, ou outras que, tal como toda a gente, teve num dado momento da sua vida! Não há que ter vergonha disso e é humano invejar a felicidade dos outros, um sentimento dissimulado em frases do tipo: «Vejam só como ele (ou ela) é feliz».
Na verdade, é uma forma de exprimir o quanto tem uma vida que não é satisfatória! Resumindo, é uma forma de fazer compreender os outros que estas pessoas felizes têm sorte, mas você não.


Uma imagem errada da sorte

Imaginamos muitas vezes que estes seres que nadam num mar de felicidade acordaram uma manhã cobertos de ouro e de felicidade e que isso aconteceu por acaso. Pensamos, geralmente, que não tiveram de fazer nenhum esforço para levar uma vida paradisíaca! Ou aliás, aquela que parece que têm, dado que a imagem que nos chega através dos media é falsa. Na verdade, as histórias de celebridades contadas na imprensa cor-de-rosa são frequentemente embelezadas para fazer vender jornais ou revistas… quando a realidade é completamente diferente!

Geralmente, quando analisa atentamente e com a cabeça fria a vida das pessoas célebres, quer seja nos negócios, na política, no mundo do espetáculo, no show business, no cinema… descobrirá histórias terríveis sobre estas vedetas. Na realidade, como o comum dos mortais, as pessoas célebres têm defeitos, passam por momentos difíceis, têm doenças, divorciam-se, separam-se, fazem o luto de familiares e amigos próximos, têm problemas financeiros… tal como toda a gente!
Por vezes, alguns têm histórias terríveis: infância infeliz, maus tratos, abandono, violação, são órfãos ou têm doenças graves…


Pessoas como eu e você

Na verdade, estas pessoas são como eu e você. Vivem e morrem. Entre estes dois extremos, levam uma vida com altos e baixos, com alegrias e tristezas.
«Sim, talvez», dir-me-á, «mas têm dinheiro, uma bela casa, vários bens materiais, viajam… por isso, o fato de ser infeliz de vez em quando deve ser bem mais suportável!».
Posso garantir-lhe que não é porque estas pessoas têm dinheiro que a sua infelicidade é menos intensa do que aquela que você possa sentir.

Quer seja rico ou pobre, quando uma doença cai sobre si, sofre da mesma forma.
Se tiver um acidente, o seu dinheiro não fará com que seja invulnerável à morte, à paralisia ou a um traumatismo grave.
Se uma pessoa rica se divorciar ou tiver problemas amorosos, o fato de ter uma conta bancária bem recheada não irá dispensá-la de experimentar o desgosto, a dor ou a tristeza!

Poderia multiplicar os exemplos, mas já deve ter percebido onde quero chegar. As pessoas que têm sucesso são seres humanos como você. Passam pelos mesmos tormentos do que todos nós.
Sim, é evidente que não podemos negar que o fato de ter dinheiro permite aliviar alguns sofrimentos… mas isso não permite evitá-los, como acabo de lhe mostrar!

Aliás, poderá reparar que frequentemente muitas dessas pessoas conhecidas não são mais inteligentes e nem mais bonitas do que você e, muitas vezes, nem sequer têm muitos estudos.


Um dia, a barra estará demasiado alta!

Dir-me-á então: «essas pessoas têm dons e isso facilita-lhes a tarefa».
Levanta uma questão importante.
Efetivamente, o fato de ter talentos num domínio específico é uma vantagem inegável… porém, se conhecesse o número de pessoas que, apesar dos seus dons, fracassaram na vida, de certeza que sentiria uma enorme surpresa!
Na verdade, muitas dessas pessoas «dotadas» num ou noutro domínio cometeram o erro de sentar-se à sombra dos seus dons, pensando que nunca nada lhes correria mal, mesmo que não levantassem um dedo para desenvolvê-los!
É verdade que todas estas pessoas conseguem ter algum sucesso… durante algum tempo. No entanto, um dia, encontram uma dificuldade que não são capazes de ultrapassar.

Estas pessoas são como os atletas do salto em altura que passam facilmente as primeiras barras, mas que acabam por fracassar a uma determinada altura, dado que se sentem demasiado seguros de consegui-lo, contando apenas com as suas capacidades naturais!


O segredo que faz a diferença

Se analisar atentamente a vida de todas as pessoas célebres, irá aperceber-se de que todas se dedicaram completamente a um objetivo muito importante para elas, uma vez que a sorte não se espera, provoca-se!
Não esperaram que a sorte lhes sorrisse. Provocaram-na através de esforços que realizaram com muita dedicação. Agiram o mais frequentemente possível no sentido do êxito que procuravam e fizeram-no incansavelmente. Mesmo que tivessem um dom, utilizaram uma quantidade enorme de energia e de trabalho para atingir os seus fins. Trabalharam sem parar.
Geralmente, a noção de «trabalho» não tem uma boa imagem. Imaginamos o trabalho como uma tarefa difícil de efetuar que é preciso fazer para ganhar a vida. A palavra «trabalho» vem de uma palavra latina «tripalium». É o nome da canga que os romanos utilizavam para levar os bois para a lavoura. O «trabalho» possui assim a reputação de uma tarefa árdua que não temos vontade de fazer, mas sem a qual não podemos viver.
Todavia, é preciso reconhecer que para viver é preciso trabalhar. É incontestável. Por outro lado, o trabalho não é obrigatoriamente uma tarefa árdua que realizamos em sofrimento toda a vida. Se não gosta do seu trabalho atual, precisa de pelo menos encontrar os lados positivos, quanto mais não seja o de ganhar a sua vida. Se puder, faça então um trabalho de que gosta!
Neste caso, os esforços a fornecer são menos difíceis e dão-lhe uma grande satisfação. Desta forma, poderá adquirir uma confiança em si que, num efeito de bola de neve, fará com que vá de sucesso em sucesso.
É absolutamente necessário mudar a sua visão do trabalho para ter sucesso na vida.

Mude imediatamente a sua visão da sorte

Vamos agora retomar o nosso assunto principal, mas irá compreender que, ao falar do trabalho, não nos afastámos muito dele. Pelo contrário, estávamos no centro do nosso tema, porque aquilo que faz a diferença entre as pessoas que têm sucesso e o homem comum é a motivação e o tempo que lhe consagram. Dito de outra forma, o que conta para ter sucesso é o investimento pessoal e a quantidade de trabalho consagrados a atingir o seu objetivo. Estes são os maiores trunfos para beneficiar da «sorte».
Assim, se pensa que a sorte é qualquer coisa que pode aparecer um dia sem que nada tenha feito por isso, mude depressa este ponto de vista!


A sorte não se espera, provoca-se!

Esta afirmação é comum a todas as pessoas que têm sucesso. É a energia e a quantidade de trabalho que coloca ao serviço da sua vontade ou do seu objetivo que determina ser vai ter sorte ou não.
Isto, todas as pessoas célebres e ricas o sabem, mesmo que hesitem em revelá-lo ao grande público para evitar encontrarem-se em competição no seu domínio com ainda mais candidatos do que aqueles que já existem!
A maior parte das personalidades não querem partilhar este segredo. Preferem manter a imagem da sorte como qualquer coisa que pode acontecer a qualquer um, a qualquer momento, por acaso e de forma totalmente passiva… quando é exatamente o contrário! Este mito, infelizmente, é muito resistente e persiste em fazer com que fique na sua condição atual.
Interrogue-se sobre a sua visão presente da sorte e saberá por que é que não tem sucesso!


«Quanto mais trabalhar, mais sorte terá!»

Esta frase não é da minha autoria, mas de um dos homens de negócios mais talentosos e ricos dos Estados Unidos: Dave Thomas. É o fundador e o dirigente da Bedarra Research Labs, uma das maiores empresas americanas de software. Assim, não é um sonhador, mas um homem profundamente pragmático que construiu o seu sucesso baseando-se neste conceito resumido pela frase que se tornou célebre!
Por esse motivo, podemos confiar nele. Aliás, não é o único a ter divulgado este segredo do sucesso e da sorte.
A sorte parece gostar particularmente das pessoas que têm sucesso, das quais Dave Thomas é um exemplo flagrante. Basta que faça uma pequena investigação sobre o seu nome para ter as provas daquilo que acabo de dizer-lhe. Dave Thomas escreveu um certo número de livros, incluindo alguns que se tornaram best-sellers nos Estados-Unidos. Por exemplo, «Nadar com os tubarões sem ser devorado» e «Desconfie de um homem pobre que lhe ofereça a sua camisa!».

Existem outras condições que podem afetar o seu sucesso e a sua sorte, tais como relações sociais, dons, mas também o instinto, o momento oportuno, a organização…
A experiência demonstra que todas as estas condições, por elas próprias, não valem nada se não as utilizar no momento certo através do seu investimento pessoal, isto é, o seu trabalho. Mesmo o melhor guia de montanha pode indicar-lhe o caminho, mas só você pode subir até ao cimo da montanha.

Dito de outra forma, a sorte é a materialização da «ação da pessoa certa no momento certo». É isto a verdadeira sorte. É o que afirmam todas as pessoas que têm sucesso.

1 de abr de 2011

Bolo de Cenoura com Cobertura de Chocolate

 

Ingredientes

Massa

  • 3 unidade(s) de cenoura picada(s)
  • 3 unidade(s) de ovo
  • 1 xícara(s) (chá) de Óleo de soja
  • 3 xícara(s) (chá) de farinha de trigo
  • 2 xícara(s) (chá) de açúcar
  • 1 colher(es) (sopa) de fermento químico em pó

Cobertura

  • 1 colher(es) (sopa) de margarina
  • 1/2 xícara(s) (chá) de leite
  • 5 colher(es) (sopa) de achocolatado em pó
  • 4 colher(es) (sopa) de açúcar

Modo de preparo

Massa

Coloque os ingredientes no liquidificador, e acrescente aos poucos a farinha.
Leve para assar em uma fõrma untada.
Depois de assado cubra com a cobertura.

Cobertura

Misture todos os ingredientes e leve ao fogo e deixe ferver até engrossar.


 



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