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Calda de Chocolate para Bolo de Cenoura: O Segredo da Cobertura Perfeita e Econômica

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​Calda de Chocolate para Bolo de Cenoura: O Segredo da Cobertura Perfeita e Econômica ​Se você já domina a massa, sabe que o que realmente "vende" o bolo e garante aquele clique extra no AdSense é a cobertura. Como uma empreendedora que busca rentabilidade em tudo o que faz, eu não vejo apenas uma calda; vejo uma oportunidade de aplicar economia doméstica para transformar ingredientes simples em um produto de alto valor agregado. ​A Estratégia da Calda "Casquinha" vs. Calda Cremosa ​No mundo dos investimentos , diversificação é a chave. Na culinária, você precisa saber qual "ativo" entregar para o seu público: ​ A Calda Casquinha (Econômica): Feita com açúcar, chocolate em pó e um pouco de manteiga. Ela seca e cria aquela textura crocante que todo mundo ama. ​ O Ganache (Gourmet): Para quem quer um post com cara de "vlog de luxo", usando creme de leite e chocolate em barra. ​Receita da Calda Casquinha (A favorit...

rãs comestíveis


As rãs verdadeiras são as da família Ranidae, das quais só existe uma, no Brasil, a Rana palmipes, conhecida no Norte como jia, sendo muito parecida com a Rana viridis, a rã esculenta, a rã verde da Europa.



São, também, chamadas de rãs, os representantes da família Leptodactylidae, entre as quais temos, em nosso país, as conhecidas rãs-pimenta: Leptodactylus pentadactylus, L. flavopictus e L. labyrinticus, a maior rã brasileira, atingindo 500g e havendo citação de um macho que atingiu 850g.



Além das já mencionadas, temos, também, as conhecidas rãs comuns e as paulistinhas: Leptodactylus ocellatus e L. macrosternum, cujas desovas vão de 3.000 a 4.000 ovos, com a média de 1.500. Temos, ainda, no Brasil, outras espécies de rãs comestíveis, mas de menor expressão, embora saborosas.



Existem mais de 45 gêneros e 560 espécies de rãs espalhadas por todo o mundo, sendo que uma delas habita as regiões geladas do polo.

A maior rã do mundo é a golias (Rana goliath) com 40cm de comprimento, da cabeça à região caudal. Atinge 7kg e vive na República dos Camarões, na África. Vem, pelo tamanho e em segundo lugar, a rã touro (Rana catesbeiana Shaw), com até 1,750g como já verificamos, no Brasil. A rã gigante chilena (Galyptocephallela grayi), que atinge 900g, é a única rã comestível que possui protuberâncias verrucosas no lombo, pois todas as outras o têm liso. A menor, é uma rã existente
em Cuba.




As européias são a Rana temporaria (rã russa ou vermelha), muito difundida na Europa e na Ásia e a Rana viridis ou rã verde, conhecida por esculenta, atingindo 20cm e pronta para o mercado, com 3 anos de idade. Temos, ainda, além de outras rãs comestíveis, as Rana pipiens (rã leopardo) que é a mais comum, a R. postulosa, a R. tarahuanare, vivendo a 3.000m de altitude, etc.

A criação de espécies nacionais, embora sejam elas de grande resistência, já adaptadas ao nosso ambiente e algumas bem pesadas como a rã-pimenta, não deu os resultados esperados. Por isso, no Brasil, o mais apropriado e indicado, é que se crie, por seu alto rendimento, prolificidade, precocidade e adaptação ao cativeiro, a Rana catesbeiana Shaw, originária dos Estados Unidos, conhecida em seu país por Bull-frog (rã touro) e, no Brasil, por rã touro ou touro-gigante.
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