rãs comestíveis
As
rãs verdadeiras são as da família Ranidae, das quais só existe uma, no
Brasil, a Rana palmipes, conhecida no Norte como jia, sendo muito
parecida com a Rana viridis, a rã esculenta, a rã verde da Europa.
São,
também, chamadas de rãs, os representantes da família Leptodactylidae,
entre as quais temos, em nosso país, as conhecidas rãs-pimenta:
Leptodactylus pentadactylus, L. flavopictus e L. labyrinticus, a maior
rã brasileira, atingindo 500g e havendo citação de um macho que atingiu
850g.
A maior rã do mundo é a golias (Rana goliath) com 40cm de comprimento, da cabeça à região caudal. Atinge 7kg e vive na República dos Camarões, na África. Vem, pelo tamanho e em segundo lugar, a rã touro (Rana catesbeiana Shaw), com até 1,750g como já verificamos, no Brasil. A rã gigante chilena (Galyptocephallela grayi), que atinge 900g, é a única rã comestível que possui protuberâncias verrucosas no lombo, pois todas as outras o têm liso. A menor, é uma rã existente em Cuba.
A criação de espécies nacionais, embora sejam elas de grande resistência, já adaptadas ao nosso ambiente e algumas bem pesadas como a rã-pimenta, não deu os resultados esperados. Por isso, no Brasil, o mais apropriado e indicado, é que se crie, por seu alto rendimento, prolificidade, precocidade e adaptação ao cativeiro, a Rana catesbeiana Shaw, originária dos Estados Unidos, conhecida em seu país por Bull-frog (rã touro) e, no Brasil, por rã touro ou touro-gigante.
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Além das já mencionadas, temos, também, as conhecidas rãs
comuns e as paulistinhas: Leptodactylus ocellatus e L. macrosternum,
cujas desovas vão de 3.000 a
4.000 ovos, com a média de 1.500. Temos, ainda, no Brasil, outras
espécies de rãs comestíveis, mas de menor expressão, embora saborosas.
Existem
mais de 45 gêneros e 560 espécies de rãs espalhadas por todo o mundo,
sendo que uma delas habita as regiões geladas do polo. A maior rã do mundo é a golias (Rana goliath) com 40cm de comprimento, da cabeça à região caudal. Atinge 7kg e vive na República dos Camarões, na África. Vem, pelo tamanho e em segundo lugar, a rã touro (Rana catesbeiana Shaw), com até 1,750g como já verificamos, no Brasil. A rã gigante chilena (Galyptocephallela grayi), que atinge 900g, é a única rã comestível que possui protuberâncias verrucosas no lombo, pois todas as outras o têm liso. A menor, é uma rã existente em Cuba.
As
européias são a Rana temporaria (rã russa ou vermelha), muito difundida
na Europa e na Ásia e a Rana viridis ou rã verde, conhecida por
esculenta, atingindo 20cm e pronta para o mercado, com 3 anos de idade.
Temos, ainda, além de outras rãs comestíveis, as Rana pipiens (rã
leopardo) que é a mais comum, a R. postulosa, a R. tarahuanare, vivendo a
3.000m de altitude, etc. A criação de espécies nacionais, embora sejam elas de grande resistência, já adaptadas ao nosso ambiente e algumas bem pesadas como a rã-pimenta, não deu os resultados esperados. Por isso, no Brasil, o mais apropriado e indicado, é que se crie, por seu alto rendimento, prolificidade, precocidade e adaptação ao cativeiro, a Rana catesbeiana Shaw, originária dos Estados Unidos, conhecida em seu país por Bull-frog (rã touro) e, no Brasil, por rã touro ou touro-gigante.
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